JOGO ASTROLOGICO

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Pelotas 2012

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Oficina em Pelotas

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Em Pelotas 2012

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Saturno o Tempo 2

Então quando Saturno se encontra num determinado signo ele

traz essa necessidade de tomar consciência daqueles assuntos,

passamos a experienciar aquele símbolo com aqueles ensinamentos.

Tudo isso num espaço tempo definido, por isso a importância dos ciclos

de Saturno, do seu retorno a partir dos 28 anos de idade. Aos 28 anos

experimentamos o mesmo signo em que ele se encontrava no nosso

nascimento. É outro espaço, outro tempo, então temos que dar uma

outra roupagem às experiências deste signo. Se nascemos com Saturno

em Aquário, passamos a experimentar a forma como esse signo está e

struturado dentro do nosso meio social, cultural, espiritual na época

em que nascemos. Precisamos tomar consciência desse arquétipo

através das experiências que vamos tendo com relação ao tema

do signo. Então Aquário fala de liberdade, de coletividade, de a

migos, de grupos, de idéias e criatividade, de outro tipo de lógica

e fala também de frieza, distanciamento, desconexão emocional,

orgulho, rigidez mental. Então vamos tendo essas experiências.

Quando, aos 28 anos Saturno retorna a este signo, já em

outro espaço e em outro tempo, precisamos ressignificá-lo, dar

outra roupagem ao arquétipo, reavaliar todas essas questões que

experimentamos durante 28 anos. É como trocar uma roupa velha

e antiquada por outra mais contemporânea. Estamos apegados

e resistimos, daí surgem os incômodos, as dificuldades mais sérias.

Já é outro tempo e outro espaço, portanto temos que seguir

adiante, precisamos tomar consciência dessas situações, dar limite,

finalizar uma idéia pronta que tinha a ver com 28 anos atrás e que

precisa ser revitalizada.

Pois no atual período de tempo: data estelar 0utubro de 2011,

Saturno transita no signo de Libra que nos traz a necessidade de

enxergarmos nossas sombras. Há 28 anos atras Saturno em Libra

nos trazia um tipo de idéia de relação, viamos outras facetas

de nossa sombra, tinhamos necessidades em relacionamentos que

já não condizem com o tempo atual, precisam ser reavaliadas.

A evolução dos relacionamentos passa por uma nova idéia de

SER (Urano em Áries), não somos aquilo que pensavamos

que éramos. Acabou-se um tempo de relações fechadas,

ou de fachada, claro que estamos falando aqui otimistamente de

30 ou 40% das pessoas que se questionam, não podemos ter

aquela idéia ingênua (pisciana) de abranger a todos, isso é

puro ideal.

As relações e suas necessidades mudaram efetivamente para

quem pode perceber. Assim, Saturno em Libra hoje remete-nos

diretamente em direção ao que reprimimos, lança o espelho na

direção daquilo que foi jogado ao calabouço emocional, exige

um trabalho árduo para resgatar o equilibrío interno e externo.

É hora de atitude mas também de muito diálogo, de

aprofundar-nos em nossas próprias necessidades, de percebermos

algo mais do que apenas suprir carências, dependeências, fragilidades,

solidão,etc. Há uma necessidade maior de relacionamento mais

intenso consigo mesmo e isso reflete novas dimensões ao coletivo.

Saturno o Tempo


“Nada que fiz vai sobreviver ao tempo” Nenung.

Essa frase me fez ficar pensando em Saturno e ir um pouco além da sua

significação tradicional e corriqueira. O tempo é um dos deuses mais

lindos e misteriosos. Se formos ver em profundidade, o que é o tempo?

Onde ele está? Quando começou e quando vai terminar? Questões de

limites, precisamos criar o limite para podermos ter parâmetros de

crescimento, para podermos perceber o próprio crescimento.

Tudo nasce, cresce e morre, assim podemos ver o tempo passando,

bem concretamente, mas apenas com o parâmetro da forma em mutação,

do limite físico da forma visível. Os sentidos reconhecem o tempo

a partir da experimentação, mas já não conseguem captá-lo além da

forma e é aí que o limite se alarga. O que é o tempo além dos sentidos?

Como identificamos Saturno além dos limites da encarnação?

Em que se transforma a sua passagem? Quem passa, o tempo

passa por nós ou nós passamos pelo tempo? Saturno consegue

conter um certo mistério, quem são os filhos que ele come, as criações?

Quando associamos Saturno ao desenvolvimento da consciência tudo

fica ainda mais misterioso. A relação do tempo com a consciência, o

“dar-se conta”, a conscientização significa que algo ficou sabido,

algo penetrou em uma região pessoal de saber, isso pode significar

espiritualidade. O espiritual pode estar associado a consciência

desta forma, quando tomamos consciência somos espirituais.

A partir disso temos maior responsabilidade, uma palavra que

define Saturno, vamos adquirindo autoridade na medida em

que incorporamos essa consciência. Vamos nos tornando, ao

mesmo tempo, consciência incorporada, física, quanto consciência

pura, um estado além do tempo. Mas, onde está essa consciência

pura, em que lugar, em que tempo? Aí vamos perceber a relação

do tempo e do espaço, falamos muito de “um espaço de tempo”.

A Vida ocorre num espaço de tempo, daí a importância de

Saturno em nossos mapas. Estamos confinados neste espaço tempo,

somos consciência estabelecida em forma física, vinculados ao

tempo deste físico. A consciência do aqui e do agora tem o dedo d

e Saturno. Criar uma cronologia em nossas vidas traz uma

estrutura para a consciência, mostra o desenvolvimento dessa

consciência confinada. Porém transcendemos a este confinamento,

ou, o que efetivamente transcende ao tempo espaço, ao limite do físico?

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Confundir, esquecer, fugir, deixar, falar, pensar,
deduzir, julgar, sentir e ressentir.
Se não fossem os verbos não teriamos adjetivos.
Existem momentos em que tudo anda naturalmente....
mas, sempre andou.
Dar-se conta do momento é que não costuma ser
natural.
Onde estamos neste exato momento?
Para onde nos dirigimos? O círculo é grande....
Encontrei uma pessoa amiga que tem apenas mais
alguns meses de vida.
Está em estado terminal com
todas as debilidades físicas possíveis,
dores e tudo
aquilo que ninguém quer passar.
Mesmo assim há algo encantador no processo,
algo que está ali
além de tudo, além da pessoa,
além do tempo limitado das horas vividas.
É bem possível que possamos vir a perceber isso
sem a dramaticidade
do fim tão próximo. Perceber
o fio condutor no dia a dia pode ser uma
forma de
consciência ampliada.
Pode ser um passo em direção a uma espécie de
calma libertadora.
Na medida em que ultrapassamos o nosso
encurtamento de visão, muitas vezes atrelado aos
sentimentos e emoções vividos, talvez possamos
relaxar e perceber melhor o nosso próprio
"estado de tempo".
Saturno como deus do tempo(cronos para os gregos)
estabelece limites, confina o espírito em lugar e
momento definido. Não podemos estar em outro
lugar,
não podemos estar noutro momento, aqui e
agora tem nome e endereço.
Mas, se tiramos o nome e o endereço chegamos
mais próximos,mais perto,
porém não reconhecemos,
não identificamos, perdemos a referência e o aqui
e
agora mudam de forma,ou perdem a forma.
Sobra algo sem nome e sem espaço definidos.
Mudar a visão para este "novo" aqui e agora
requer um certo trabalho, exige uma desacomodação.
Uma necessidade de contato e envolvimento com
a nossa própria vida, com tudo aquilo que ela propõe,
sem negações convenientes.
Penetre nesse reino e a visão se amplia, ingresse
nesse espaço e toda a "sua realidade" se transfigura.
Uma vez alterados os limites, há uma "mutação espiritual".
A relação
com as "coisas existentes" ultrapassa a inércia
repetitiva das certezas aprendidas e engolidas.

A mutação permite um avanço, uma nova respiração!
Tudo passa a ter outra característica, há uma nova
possibilidade,não há o que não possa ser diferente.
A relação com o corpo, a respiração, a fala, o abraço,
o ritmo, a intimidade, o caminhar....
Assim ultrapassamo-nos, já não somos donos de nada,
deixamos a música
acontecer e cantamos.....
Besos
Du

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Relacione-se 2

De quando em vez a liberdade assusta.
Alguém por aí quer ser livre, ou acha que já é?
Você busca a liberdade? Difícil essa questão né!
Implica em desenvolvimento de consciência,
em noção de igualdade, em percepção
de
diferenças.
Necessita de cuidado emocional, capacidade
desoltura, coragem para sentir solidão, vazio.
Esses tempos falando com um amigo ele me
disse:
Trabalho para ser livre, para ter minhas coisas,
para não depender de ninguém. Perguntei:
Só pra isso? E ele colocou: E para contribuir
com o todo, fazer a minha parte dentro da
sociedade.
Achei legal essa história de contribuir e até
lembrei da música do Raulzito....eu devia
estar contente por ter
conseguido um
emprego e ser o dito cidadão respeitado

que ganha 4 mil cruzeiros por mes, mas
confesso abestalhado que eu estou
decépciónado
....fiquei
pensando no assunto.
Daí que veio a necessidade de
compreender
melhor
essa liberdade. Pensei, será que sou
livre?
Pensei nessa questão da dependência,
de como dependemos uns dos outros, ao
mesmo tempo que não queremos
isso, incrível
esse atagonismo, essa oposição de
necessidades.Talvez a gente confunda
autonomia com liberdade, aprendemos
pela
catequese paterna e social que não devemos
incomodar
ninguém e que depender é incomodar.
Os "outros" não tem
obrigação nenhuma com a
nossa condição, com o que fizemos
da nossa Vida.
Que coisa isso hein!?
Daí nos arrebentamos para não dar trabalho
para ninguém e acabamos
achando que tem que
ser assim mesmo, afinal sempre foi assim.
E passamos a agir assim também, não queremos
dependentes,
nos afastamos de algo que possa
ser pegajoso, que nos tire a tão almejada
liberdade pessoal ou autonomia.
Nossa, que
autonomia curta, que liberdade efêmera!
Já está na hora!! Vamos embora!! "Eles" querem
descansar, não podemos ficar incomodando.
Como dizia minha oma alemã
Hálo Schnell!!
Essa solidão do não contato, da hora marcada
para parar é a mais ruinzinha, estamos com as
pessoas mas não estamos ao mesmo tempo.
Há um sentimento velado de inadequação
constante que mina a nossa energia vital e os
nossos relacionamentos.
Passamos a viver numa
superficie límbica, um limbo relacional.
Tudo muito certinho, conveniente....
pero no mucho satisfatório!
É, talvez isso seja autonomia, conduzir a vida
pela própria cabeça,
poder ir e vir de acordo
com nossa necessidade, comprar o que se precisa
ou quer, pegar, largar, levantar quando queremos,
dormir na hora em
que determinamos,ter isso,
ter aquilo. Uma autonomia e tanto!
Liberdade pode ter outra conotação, vai um pouco
mais além.
Pode ter a ver com "liberdade de si mesmo",
em como podemos
ser livres, até mesmo desse
autônomo.Investigando quem é ele!
Quem sabe a liberdade implique em largar a
autonomia?
Em entrar em contato com nossos estados anímicos
lunares e
quem sabe fortalecê-los, no sentido de
suportarmos a própria
liberdade. Sim, porque no
momento em que buscamos seriamente
a liberdade
vamos encarar a solidão. Fico imaginando como seria
liberdade sem encarar a dor?? Não que liberdade tenha
que ter dor
e sofrimento, nada disso. Mas a dor me
parece inerente ao processo,
tem a ver com desapego,
com soltar, largar, deixar ir....e esse
exercício é
duro cumpadre! Que liberdad quieres?
É uma espécie de exercíco de perceber a
inacescibilidade. De não se conseguir atingir o outro
ou de se ver assim, inacescível
ao outro. Isso dói
absurdamente, como um sentimento de
impotência,
não alcançamos algo e isso nos leva'muito além da
frustração pessoal....nos deixa sozinhos!
É, mas, talvez seja a partir desse ponto que podemos
iniciar algo.
Algo que permita uma outra aproximação,
quem sabe mais livre e mais arejada,
talvez até mais
lúcida....
Seja livre....aproxime-se!
Boa caminhada!
Du

segunda-feira, 11 de julho de 2011

RELACIONE-SE

Faz tempo que você não se relaciona?
Nào falo de ter alguém ao lado, de estar com
alguém a muito tempo ou de ter interesse nisso.
Falo de relacionar-se, de ir a fundo na coisa.
Algo que faça você dizer que está vivo, ou sentir
a vida passando pelas entranhas.
A quadratura de Saturno/Plutão fala disso
definitivamente. Talvez assuste um pouco com
a tremenda intensidade como pode aparecer.
É um convite, mas não um convite social daqueles
que você chega e daqui a pouco já saiu, o convite
é outro. Pede a você bem mais do que idéias prontas
e jeitos habituais de estar aí bem comportado e
cumprindo o papel que lhe cabe, dentro da lógica
que aprendeu.
Esse convite chama a um mergulho mais conectado,
a um contato com um espaço de silêncio.
Um espaço que intimida e pede mais de você,
pede um compromisso com a vida. Você entra
e mergulha ao fundo....e do fundo para dentro.
A partir daí algo se abre, você não tem mais o medo,
a negatividade se foi, escorreu pelo ralo e a
ansiedade evaporou-se toda.
Sobram destemor, confiança e presença.
Você está ali puro e inteiro frente à alguém, à algo.
Não interessam mais todas as amarras à estrutura
construída, não importa mais o que devia ser e nem
o que poderia acontecer.
Some aquela sensação do tempo linear, desaparecem
distâncias, o futuro, o passado. A relação toma você
por inteiro.
É um retorno, uma conexão vital que parece ter o
tom da eternidade, do eterno. Essa paixão vem e abre
tudo que precisava ser aberto, vitaliza, sensibiliza,
traz de volta um bom senso de contato e
fundamentalmente liberta e solta um jeito de ser.
É como a flauta dançando ao vento e o vento seguindo
a flauta.
Mas, quem sabe essa paixão possa ser um pouco diferente
da patologia passional das novelas de sempre.
Essa paixão traz junto a com-paixão, é o veículo da
compaixão.
Dai a importância de relacionar-se...
O amor próprio desenvolve-se a partir de um
apaixonamento e vice versa. Não é retórico, não é
teórico, é fruto de uma experiência! Experiencie!
Deixe, deixe, deixe.....
Abra-se para o contato com aquilo que precisa ir
embora de dentro de você, suporte! O que vem a
partir dessa experiência pode ser tão bem suportado
como suportamos tantas outras pesadas experiências
não vitais do dia a dia, suportamos toda essa carga de
negatividade, por que não suportar a experiência Viva??
Urano em áries, pede a soltura dos individuos, espaço
para "ser" pede a confiança básica e impulsiona para a
relação, vital....vá....vá ....vá!!
Do outro lado a responsabilidade com o outro (Saturno)
porém a necessidade de dar limites novos à relações antigas
criar um novo universo. Soltar o outro ao qual nos atrelamos
por uma série de convenções inclusive nosso medo do abandono.
Soltar o outro é um ato de não egoísmo, pode ser uma
reconexão com o amor que ainda borbulha dentro de você.
Isso implica em transformar a estrutura (plutão/capricórnio),
a responsabilidade individual de compartilhar aquilo
que sente, que percebe em si, na sua consciência
individual, trazer à tona, compartilhar, socializar.
É um chamado que é quase um aviso: Ultrapasse
seu medo! A próxima Vida pode iniciar num ponto
um pouco mais aberto caso você abra...a porta.
Relacione-se! Assim acontece uma contribuição
absurdamente valiosa em ambito coletivo.
Perceba,.....está acontecendo isso ao seu redor!
Mudar o olhar .....mudar a atitude....
mudar o mundo que vemos.
Abraços Arianos!
Du