Oi pessoal, segue aí um texto do Osho sobre relacionar-se, o tema do nosso primeiro encontro AstroVivo. É incrível o sincronismo do texto com o mapa astrológico que inicia com a Casa 1(o Ser), então boa leitura!!
Primeiro seja!
Você não é. Você ainda não nasceu, é apenas uma potencialidade. Você ainda não está preenchido - e só duas pessoas preenchidas podem se relacionar. Duas sementes não podem se relacionar, elas estão fechadas. Duas flores podem se relacionar, elas estão abertas, podem mandar suas fragrâncias uma à outra, podem dançar no mesmo sol e no mesmo vento, podem dialogar, podem sussurrar. Mas isso não é possível para duas sementes. As sementes estão fechadas, sem janelas - como podem se relacionar?
E esta é a situação. O homem nasce como uma semente. Ele pode se tornar uma flor, ou não. Tudo depende de você, do que faz consigo mesmo; tudo depende de você crescer ou não. A escolha é sua e é ela que tem de ser encarada a cada momento.
Milhões de pessoas decidiram permanecer sementes. Por quê? Se elas podem se tornar flores e podem também dançar ao vento, sob o sol e a lua, por que decidiram permanecer semente? Há algo em suas decisões. A semente está mais segura do que a flor. A flor é frágil; a semente não é frágil, a semente parece mais forte. A flor pode ser destruída muito facilmente; apenas um vento forte, e as pétalas murcham. A semente não pode ser destruída tão facilmente pelo vento; a semente está muito protegida, segura. A flor está exposta, uma coisa tão delicada e exposta a tantos perigos. O vento pode vir forte, pode chover a cântaros, o sol pode ser forte demais, algum tolo pode colher a flor. Qualquer coisa pode acontecer à flor, tudo pode acontecer à flor; a flor está constantemente em perigo. Mas a semente está segura.
Por isso milhões de pessoas decidem permanecer sementes. Mas permanecer semente é permanecer morto, permanecer semente é não viver de modo algum. Certamente ela está segura, mas não tem vida. A morte é segura, a vida é insegurança. A pessoa que realmente quer viver, tem que viver em perigo, em constante perigo. Aquele que quer alcançar os picos tem que correr o risco de se perder. Aquele que quer escalar os mais altos picos tem que correr o risco de cair de algum lugar, de escorregar.
Pois seja, então você pode se relacionar. E lembre-se, relacionar é lindo. Relacionamento é um fenômeno totalmente diferente; relacionamento é algo morto, fixo, um ponto final, uma coisa já completa. Relacionar é um processo. Evite relacionamentos e vá cada vez mais fundo no relacionar. A minha ênfase está em verbos e não em substantivos. Evite suibstantivos o máximo possível. Na linguagem você não pode evitar, eu sei; mas na vida, evite - porque a vida é um verbo. A vida não é um substantivo; é na verdade "viver" e não "vida". Não é amor, é amar. Não é relacionamento, é relacionar. Não é canção, é cantar. Não é uma dança, é dançar. Veja a diferença, saboreie a diferença.
Em vez de pensar em se relacionar, preencha o primeiro requisito: medite, seja. E então relacionar surgirá por si próprio. A pessoa que se torna silenciosa, em benção, que começa a ter energias transbordantes, que se torna uma flor, tem que se relacionar. Não é algo que tenha que aprender como fazer; é algo que começa a acontecer.
Não é uma questão de relacionamento com alguém em particular. A questão básica é , se você é, toda a sua vida se torna um relacionar-se. É uma constante canção, uma constante dança, é um continuum, um fluir como o rio. Medite, encontre o seu próprio centro primeiro. Antes que você possa se relacionar com outra pessoa, relacione-se consigo mesmo; esse é o requisito básico a ser preenchido. Sem ele nada é possível. Com ele, nada é impossível." Osho-Relacionamento, Amor e Liberdade
"Os problemas não podem ser resolvidos coletivamente, pois a massa não se modifica se o indivíduo não se modificar. Nem mesmo a melhor das soluções pode ser imposta ao indivíduo, uma vez que ela só será boa se estiver conectada a ele mediante um processo natural de desenvolvimento interno. Trata-se pois de um empreendimento sem esperança depositar essa expectativa em receitras e medidas coletivas. A melhoria de um mal generalizado começa pelo indivíduo, e isso só quando este se responsbiliza por si mesmo, sem culpar o outro. Naturalmente isto só é possível na liberdade, e não na tirania, seja esta exercida por um homem que se auto promoveu ou criada pelo coletivo." C.G.Jung
Pelotas 2012
Oficina em Pelotas
Em Pelotas 2012
Pelotas 2012
quarta-feira, 29 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
A ASTROLOGIA PSICOLÓGICA DOS NOVOS TEMPOS
Caros viajantes virtuais, aqui vai o artigo publicado no jornal Bem Estar deste mês, abraços calorosos de ascendente em leão!Maria Carolina.
A ASTROLOGIA PSICOLÓGICA
Após cerca de oito mil anos de existência, a Astrologia encontra um novo período de renovação dos seus conceitos e das suas prioridades. Um conhecimento, colorido há séculos por uma mística de “previsões” e “profecias”, transporta-se para uma linguagem psicológica, voltada para o conhecimento e desenvolvimento da consciência individual.
O céu e as estrelas foram desde tempos remotos um campo privilegiado para o desenvolvimento da nossa mente filosófica. A observação dos movimentos ordenados do Sol, da Lua e dos planetas, assim como também dos ciclos da natureza - das estações e da própria vida -, deram ao homem a possibilidade de organizar psiquicamente o mundo a partir dessas leis naturais.
O desenvolvimento da auto-consciência humana deu-se quando fomos capazes de refletir sobre essas relações e regularidades em nosso ambiente e no cosmos, percebendo ali uma projeção de nossa própria natureza interior. Essas regularidades ou “leis naturais” são assim, o arcabouço a partir do qual nossos processos psíquicos se desenvolveram e formaram o que chamamos “arquétipos”. Os arquétipos representam disposições psicológicas universais e que são encenadas por nós em nossos dramas cotidianos. As vivências arquetípicas são uma forma de integração psíquica de determinados temas, importantes ao nosso desenvolvimento individual e coletivo.
Temos por exemplo o arquétipo da “grande mãe”, simbolizado na astrologia pela Lua e que representa a nossa disposição psicológica para cuidar, nutrir, gestar... Seja um filho, uma idéia, um amigo ou a si mesmo. Essa disposição, ainda que seja universal, não é vivenciada da mesma forma por cada um, pois tudo dependerá de uma conjunção de fatores: socioculturais, psicológicos (desenvolvidos a partir das vivências) e de temperamentos e disposições inatas (o que é demonstrado pelo mapa astrológico). Se você nasceu mulher, provavelmente foi estimulada a desenvolver este arquétipo “maternal”. Por outro lado, se nasceu com a Lua em Aquário, pode querer se rebelar contra um determinado padrão de feminino.
Existe assim uma relação íntima entre o funcionamento e desenvolvimento psíquico do homem, as leis naturais e o movimento celeste. Essas “correspondências” são sugeridas em diversas correntes filosóficas e religiosas, que reconhecem desde tempos remotos a relação entre o que acontece nos diferentes níveis ou dimensões da existência: “assim na terra como no céu”, ou, mais contemporaneamente, “o macrocosmos está contido no microcosmos” (imaginemos por exemplo a analogia entre a estrutura de um átomo e todo o sistema solar).
“A astrologia é o estudo das correlações que se podem estabelecer entre as posições dos corpos celestes ao redor da Terra e os acontecimentos físicos e as mudanças psicológicas ou sociais na consciência do homem. (...) Assim é que a astrologia, ao relacionar as experiências aparentemente imprevisíveis e aleatórias do homem em seu ambiente terrestre com as alterações rítmicas e previsíveis da posição e das inter-relações dos corpos celestes, deu à humanidade um valioso sentido de ordem que, por sua vez, produziu uma sensação de segurança, ainda que transcendental” (Dane Rudhyar, As casas astrológicas).
O saber astrológico – assim como a psicologia junguiana – utilizou-se do conhecimento sobre essas correspondências ou “sincronicidades” (um termo de Jung) para desenvolver seu método de abordagem para o conhecimento e desenvolvimento humano. A astrologia pautou-se no estudo dos movimentos cíclicos dos astros e nos seus efeitos, ou “correspondências”, sobre os comportamentos humanos.
Temos por exemplo o arquétipo da “grande mãe”, simbolizado na astrologia pela Lua e que representa a nossa disposição psicológica para cuidar, nutrir, gestar... Seja um filho, uma idéia, um amigo ou a si mesmo. Essa disposição, ainda que seja universal, não é vivenciada da mesma forma por cada um, pois tudo dependerá de uma conjunção de fatores: socioculturais, psicológicos (desenvolvidos a partir das vivências) e de temperamentos e disposições inatas (o que é demonstrado pelo mapa astrológico). Se você nasceu mulher, provavelmente foi estimulada a desenvolver este arquétipo “maternal”. Por outro lado, se nasceu com a Lua em Aquário, pode querer se rebelar contra um determinado padrão de feminino.
Existe assim uma relação íntima entre o funcionamento e desenvolvimento psíquico do homem, as leis naturais e o movimento celeste. Essas “correspondências” são sugeridas em diversas correntes filosóficas e religiosas, que reconhecem desde tempos remotos a relação entre o que acontece nos diferentes níveis ou dimensões da existência: “assim na terra como no céu”, ou, mais contemporaneamente, “o macrocosmos está contido no microcosmos” (imaginemos por exemplo a analogia entre a estrutura de um átomo e todo o sistema solar).
“A astrologia é o estudo das correlações que se podem estabelecer entre as posições dos corpos celestes ao redor da Terra e os acontecimentos físicos e as mudanças psicológicas ou sociais na consciência do homem. (...) Assim é que a astrologia, ao relacionar as experiências aparentemente imprevisíveis e aleatórias do homem em seu ambiente terrestre com as alterações rítmicas e previsíveis da posição e das inter-relações dos corpos celestes, deu à humanidade um valioso sentido de ordem que, por sua vez, produziu uma sensação de segurança, ainda que transcendental” (Dane Rudhyar, As casas astrológicas).
O saber astrológico – assim como a psicologia junguiana – utilizou-se do conhecimento sobre essas correspondências ou “sincronicidades” (um termo de Jung) para desenvolver seu método de abordagem para o conhecimento e desenvolvimento humano. A astrologia pautou-se no estudo dos movimentos cíclicos dos astros e nos seus efeitos, ou “correspondências”, sobre os comportamentos humanos.
DAS PREVISÕES À PSICOLOGIA
Após cerca de oito mil anos de existência, passando por diversas fases, a astrologia acumulou um arcabouço enorme de conhecimentos teóricos e práticos. Nos últimos cem anos, sobretudo a partir dos escritos do grande astrólogo e pensador Dane Rudhyar, a astrologia encontra um período de renovação dos seus conceitos e das suas prioridades. Rudhyar irá traduzir todo um conhecimento astrológico, colorido há séculos por uma mística de “previsões” e “profecias”, para uma linguagem psicológica, ou seja, voltada para o conhecimento e desenvolvimento da consciência individual. Os astros deixam de representar aspectos vindos de fora, externos ao homem, para serem compreendidos em termos de manifestações de sua própria psique.
Esta nova abordagem da astrologia está muito próxima daquela desenvolvida pela psicologia de Carl Gustav Jung, contemporâneo de Rudhyar. A psicologia de Jung trouxe como método de acesso à mente humana o reconhecimento dessas forças psíquicas primordiais, arquétipos, buscando entendê-los na forma como se manifestam hoje na vida dos indivíduos.
UMA NOVA PROPOSTA, UM NOVO SENTIDO
A terminologia astrológica, segundo pensadores importantes como Dane Rudhyar e Stephen Arroyo, necessita evoluir em sintonia com o desenvolvimento da consciência humana e com o contexto sócio-cultural de sua época. Nesse sentido, evidencia-se o fértil casamento que pode existir entre a astrologia e os conhecimentos das ciências atuais, como os de diversos ramos da antropologia e da psicologia, que explicitam as influências sócio-ambientais e psico-subjetivas que constituem a realidade do homem contemporâneo.
O dever da astrologia, segundo a proposta trazida pela abordagem psicológica de Rudhyar, é o de “levar um sentido de ordem e de desdobramento harmonioso e rítmico aos seres humanos – não a seres humanos como eram no velho Egito ou na antiga civilização chinesa, mas tais quais são hoje, com seus atuais problemas emocionais, mentais e sociais”.
Conforme Rudhyar: “é na solução desses novos problemas que se constitui a principal tarefa da astrologia”, pois “é nesse nível de individualização psicomental que as necessidades mais cruciais do ser humano moderno se situam. E tudo tem valor em termos de sua capacidade de responder às necessidades da humanidade – seja a astrologia, a medicina ou a ciência e o conhecimento em geral”.
Assim, a astrologia não é um saber “acabado” ou “pronto”, mas ao contrário, está viva, e seu conhecimento desenvolve-se na mesma medida em que somos capazes de ampliar nossa consciência sobre as relações, ciclos e leis naturais, dentro e fora de nós mesmos. Nesse sentido, a astrologia deve ser compreendida não somente como uma forma de conhecimento sobre o homem mas também como um caminho para o seu desenvolvimento.
Por isso, chamo a atenção para o fato de que os conhecimentos astrológicos não podem permanecer apenas num nível de conceitos ou teorizações abstratas - frequentemente estereotipadas - do comportamento humano. Mas também, e sobretudo, ser percebido como possibilidades e potenciais a serem explorados, testados vivenciados e compreendidos na prática.
Assim é que a astrologia psicológica inaugurou uma nova fase dentro dos estudos sobre o homem e sua relação com o cosmos. Esta nova fase caracteriza-se pela abordagem psicológica e humanista dada por suas interpretações de forma que o indivíduo reconhece em si mesmo – e não mais em agentes externos a ele –toda a potencialidade e todo o limite de sua natureza humana única e original.
Após cerca de oito mil anos de existência, passando por diversas fases, a astrologia acumulou um arcabouço enorme de conhecimentos teóricos e práticos. Nos últimos cem anos, sobretudo a partir dos escritos do grande astrólogo e pensador Dane Rudhyar, a astrologia encontra um período de renovação dos seus conceitos e das suas prioridades. Rudhyar irá traduzir todo um conhecimento astrológico, colorido há séculos por uma mística de “previsões” e “profecias”, para uma linguagem psicológica, ou seja, voltada para o conhecimento e desenvolvimento da consciência individual. Os astros deixam de representar aspectos vindos de fora, externos ao homem, para serem compreendidos em termos de manifestações de sua própria psique.
Esta nova abordagem da astrologia está muito próxima daquela desenvolvida pela psicologia de Carl Gustav Jung, contemporâneo de Rudhyar. A psicologia de Jung trouxe como método de acesso à mente humana o reconhecimento dessas forças psíquicas primordiais, arquétipos, buscando entendê-los na forma como se manifestam hoje na vida dos indivíduos.
UMA NOVA PROPOSTA, UM NOVO SENTIDO
A terminologia astrológica, segundo pensadores importantes como Dane Rudhyar e Stephen Arroyo, necessita evoluir em sintonia com o desenvolvimento da consciência humana e com o contexto sócio-cultural de sua época. Nesse sentido, evidencia-se o fértil casamento que pode existir entre a astrologia e os conhecimentos das ciências atuais, como os de diversos ramos da antropologia e da psicologia, que explicitam as influências sócio-ambientais e psico-subjetivas que constituem a realidade do homem contemporâneo.
O dever da astrologia, segundo a proposta trazida pela abordagem psicológica de Rudhyar, é o de “levar um sentido de ordem e de desdobramento harmonioso e rítmico aos seres humanos – não a seres humanos como eram no velho Egito ou na antiga civilização chinesa, mas tais quais são hoje, com seus atuais problemas emocionais, mentais e sociais”.
Conforme Rudhyar: “é na solução desses novos problemas que se constitui a principal tarefa da astrologia”, pois “é nesse nível de individualização psicomental que as necessidades mais cruciais do ser humano moderno se situam. E tudo tem valor em termos de sua capacidade de responder às necessidades da humanidade – seja a astrologia, a medicina ou a ciência e o conhecimento em geral”.
Assim, a astrologia não é um saber “acabado” ou “pronto”, mas ao contrário, está viva, e seu conhecimento desenvolve-se na mesma medida em que somos capazes de ampliar nossa consciência sobre as relações, ciclos e leis naturais, dentro e fora de nós mesmos. Nesse sentido, a astrologia deve ser compreendida não somente como uma forma de conhecimento sobre o homem mas também como um caminho para o seu desenvolvimento.
Por isso, chamo a atenção para o fato de que os conhecimentos astrológicos não podem permanecer apenas num nível de conceitos ou teorizações abstratas - frequentemente estereotipadas - do comportamento humano. Mas também, e sobretudo, ser percebido como possibilidades e potenciais a serem explorados, testados vivenciados e compreendidos na prática.
Assim é que a astrologia psicológica inaugurou uma nova fase dentro dos estudos sobre o homem e sua relação com o cosmos. Esta nova fase caracteriza-se pela abordagem psicológica e humanista dada por suas interpretações de forma que o indivíduo reconhece em si mesmo – e não mais em agentes externos a ele –toda a potencialidade e todo o limite de sua natureza humana única e original.
sábado, 28 de março de 2009
ANGÚSTIA SERENA - JÚPITER EM AQUÁRIO.
Ainda naquela dor Kironiana/Netuniana que vai pelo ano a dentro, Júpiter se integra ao grupo dos aquarianos contatados. Companhia de peso esse planeta, grande, amplo, cheio de possibilidades, sempre com aquela sensação de que se anda para frente, que se vai adiante nessa vida.Bem bom porque a angústia Kíron/Netuno pode tirar o fôlego, a gente fica sem ar, com aquela questão de fundo....parece que não vai dar! Uma ansiedade danada e não dá mais para fugir netunianamente, Kíron impede, quer aprender, tornar-se maduro.....e dói!!
Sentimos como se as paredes se aproximassem, sim, vai acontecer aquilo que prevemos, aquela idéia do pior, da dor interminável, do desandar do bolo. Os fatos estão aí, tudo conspira!
Santa tolice suspira Júpiter! Ele, tão vinculado à presunção e arrogância, desvenda outra arrogância, aquela disfarçada de pensamento corriqueiro. O velho e despótico estado mental que pensa pensamentos prontos, que cria uma situação inexistente, que impõe uma lógica perversa e repetitiva.....bem certinha, arrogante-mente certa!
Opa, revelações jupterianas bem vindas para exterminar com a penumbra cinzenta, com a fumaça espessa do vício mental netuniano, vítima, vítima, vítima....
Sim ficamos vitimados pela própria racionalização, pelo pensar constante, nossas têmporas se contraem e nos oprimem. Há algo acontecendo ao nosso redor que não concordamos, não podemos compactuar, mas ao mesmo tempo não queremos nos envolver, nos sentimos impotentes, nada vai mudar, pensamos!
Mas há uma espécie de liga, de contato com essa coisa que não muda. Claro que há, complementa Júpiter! Tudo está conectado, não é mesmo Netuno? Mas o que acontece é que estamos modificando a relação com a realidade que se apresenta, até porque ela é bem relativa mesmo.
É hora de respirar profundamente, erguer a cabeça que tende a olhar para baixo, massagear o coração, ampliar o horizonte e dizer: Sim mundo real das ruas e avenidas, eu estou crescendo, criando forças, estabelecendo novos conceitos e novas formas de viver!Júpiter em Aquário é um momento de distanciamento, de estar presente mais desapegada-mente, saindo da imaturidade da fusão e confusão que criamos a partir de um ponto de vista velho e iludido de identificação.
Ao que parece Netuno está bem no centro do furacão, de um lado Kíron e do outro Júpiter, velhas chantagens emocionais estão caindo por terra. Agora Netuno ensina aceitação conciente dos fatos aos seus dois companheiros. Kíron gostaria de cavalgar por cima dquilo que não concorda, ou sentir-se completamente rejeitado, ou rejeitando a tudo o que tem de bom. Júpiter trasformaria a realidade que se apresenta num conceito, não conectaria com qualquer emoção, transformaria os fatos em seminários acadêmicos.
Ok, Netuno apresenta uma realidade e a possibilidade de aceitação. Nosso Kíron e Júpiter internos aprendem a lidar melhor com a energia emocional de forma mais presente e também com maior desapego. Afinal não sabemos quem somos portanto nos desapegarmos, nos desidentificarmos de imagens que não somos pode criar mais espaço para um contato real!
Beijos Reais.
Du
sexta-feira, 20 de março de 2009
ANO NOVO ASTROLÓGICO!
Hoje entra Áries, simbólicamente tudo reinicia, tudo começa , tudo nasce....ou nasce!!!Correria!!! Mas correria boa, viva, direta, direcionada, em busca....
Já que estamos no ano do Sol, este mês ele passa pelo signo de sua exaltação, é a energia solar
no seu máximo de impulso e ímpeto, não dá pra não sentir, até quem está morto em vida se altera.
Aprendemos que as coisas começam e terminam então vamos adiante e em frente porque atrás vem gente.
Sol, Áries e fogo tem muito a ver com o Ego-ísmo, a auto referência, o assumnir-se e decidir ir,
esse egoísmo pode ser saudável quando temos uma sensação de que existimos e podemos andar,
nos mexer com autonomia, quando nos enxe de pura energia vital e nos tira do marasmo da inação e da perpetuação
de estados emocionais vitimados pela paralisia e pela complexidade. É preciso descomplicar as estruturas, as relações,
mas como é que vamos fazer isso se estamos amarrados, nos sentindo paralisados? Agora vem a hora do impulso, da decisão!
Não sabemos qual é o melhor caminho e ficamos a mercê de certo e errado, bom ou ruim, paramos numa velha ordem de conceitos
e vícios. Pois esse é o momento do ano que, mesmo sem saber para onde, intuimos e tomamos as rédeas de nossa Vida, apontamos a
cabeça para a luz do Sol e nascemos!! Não dá para ficar dentro do útero eternamente, temos que desocupar a moita e dar lugar a outros
nascimentos. A coragem que se fala aqui é muito menos mental e pensada e muito mais intuída, é um ato de afirmação de Sim para o que
aparece, para a situação que se apresenta. Aqui está uma necessidade desses nossos tempos aquarianos/piscianos de caos e não forma.
Encarar as novas formas, principalmente, nesse momento de áries, a forma pessoal, como estou, olhar para mim sem medo de qualquer julgamento.
Agora aparece a necessidade de auto aceitação para que em algum momento possamos aceitar o outro que vai aparecer na frente,
o coletivo é composto de indivíduos. A evolução coletiva passa pela evolução do indivíduo, e isso já é um chavão antigo. Como vamos evoluir se
não paramos para fazer um trabalho com nosso próprio ego?? O risco de ficarmos reduzidos a eternas teorias mentais, intelectuais é enorme e aliás
aconteceu para todos nós. A complexidade de nossa mente nos trouxe para um abismo onde os contatos, as relações viraram pó.

Mesmo criando mapas, gráficos, técnicas de auto conhecimento ficamos muito distantes de algo que possa se chamar de eu. As emoções pessoais
ficaram esquecidas, mas reaparecem quando se volta a fazer trabalhos consigo, principalmente em grupos. Essa era aquariana traz de volta a
possibilidade de estarmos juntos em grupos como humanos, como individuos cheios de história para contar e trocar.
Estamos saindo daquele entorpecimento ligado à velha era, velhos dogmas e velhas ordens que traziam praticamente uma negação de si mesmo em função de um coletivoideal. Uma idealização de mundo e muitas vezes uma autocritica feroz, enchendo-nos de culpa e trazendo uma sensação de impotência, essa mesma impotência que sentimos hoje quando vemos as árvores cairem na floresta, os mares cheios de poluição, as cidades entupidas de fumaça, barulho e robôs drogados até as entranhas.
Essa impotência vem de longa data e hoje chegou num apogeu, onde é praticamente impossível arrumar a casa, precisariamos de outro planeta, aliás estamos procurando. Esse padrão externo todo está completamente ligado a um interno esquecido, amedrontado e perdido porque olha para fora e é sugestionado por uma infindade de fatos totalmente desconectados, violentos e caóticos, além de informação distorcida e sem conteúdo.
Quando estamos em grupo algo acontece porque nos enxergamos mutuamente, vemos nossas mazelas e virtudes estampados em cada companheiro de viagem. A viagem que empreendemos juntos é a viagem de retorno, de contato, de re-conhecimento, é para isso que precisamos nascer a cada ano, cada vez que Áries aparece desencadeia essa verdadeira bomba de energia vital que uns aproveitam para reafirmar o velho padrão e outros utilizam como combustível para andar para frente, contribuindo para o coletivo a partir do olhar individual.
ficaram esquecidas, mas reaparecem quando se volta a fazer trabalhos consigo, principalmente em grupos. Essa era aquariana traz de volta a
possibilidade de estarmos juntos em grupos como humanos, como individuos cheios de história para contar e trocar.
Estamos saindo daquele entorpecimento ligado à velha era, velhos dogmas e velhas ordens que traziam praticamente uma negação de si mesmo em função de um coletivoideal. Uma idealização de mundo e muitas vezes uma autocritica feroz, enchendo-nos de culpa e trazendo uma sensação de impotência, essa mesma impotência que sentimos hoje quando vemos as árvores cairem na floresta, os mares cheios de poluição, as cidades entupidas de fumaça, barulho e robôs drogados até as entranhas.
Essa impotência vem de longa data e hoje chegou num apogeu, onde é praticamente impossível arrumar a casa, precisariamos de outro planeta, aliás estamos procurando. Esse padrão externo todo está completamente ligado a um interno esquecido, amedrontado e perdido porque olha para fora e é sugestionado por uma infindade de fatos totalmente desconectados, violentos e caóticos, além de informação distorcida e sem conteúdo.
Quando estamos em grupo algo acontece porque nos enxergamos mutuamente, vemos nossas mazelas e virtudes estampados em cada companheiro de viagem. A viagem que empreendemos juntos é a viagem de retorno, de contato, de re-conhecimento, é para isso que precisamos nascer a cada ano, cada vez que Áries aparece desencadeia essa verdadeira bomba de energia vital que uns aproveitam para reafirmar o velho padrão e outros utilizam como combustível para andar para frente, contribuindo para o coletivo a partir do olhar individual.
É importante que cada um se comprometa com a sua busca, que tenha a coragem num nível mais fundo, aquela coragem de olhar para si sem fugas, sem auto engano, assumir a pancada que virá. Áries tem uma característica de se impulsionar, muitas vezes cair, mas todas a vezes levantar do chão e reiniciar a caminhada.
Sair da mente, é um passo importante para essa caminhada, sossegar por dentro, parar! Daí a necessidade das meditações passivas e ativas, afinal estamos num corpo!
Bom Ano Novo a todos
Eduardo K.
Sair da mente, é um passo importante para essa caminhada, sossegar por dentro, parar! Daí a necessidade das meditações passivas e ativas, afinal estamos num corpo!
Bom Ano Novo a todos
Eduardo K.
quarta-feira, 11 de março de 2009
Netuno, Kíron....Aquário!

O aspecto de conjunção entre Netuno e Kíron no signo de Aquário está presente no céu há bastante tempo e permanece até 2011, são anos de contato com esses dois grandes símbolos do nosso mapa astrológico.
Netuno muitas vezes é pouco explorado nos trânsitos e Kíron nem se fala, é rejeitado mesmo, cumprindo a sina do seu simbolismo - ele foi rejeitado pela própria mãe por ser metade cavalo, metade homem, um centauro. Por incrível que pareça, ainda hoje poucos astrólogos utilizam este planetóide em suas interpretações, felizmente vem crescendo a sua importância na interpretação de mapas principalmente em astrologia psicológica terapêutica. Talvez essa mudança seja fruto da conjunção com Netuno, o regente da Era de Peixes que hoje se encontra em Aquário.
Netuno muitas vezes é pouco explorado nos trânsitos e Kíron nem se fala, é rejeitado mesmo, cumprindo a sina do seu simbolismo - ele foi rejeitado pela própria mãe por ser metade cavalo, metade homem, um centauro. Por incrível que pareça, ainda hoje poucos astrólogos utilizam este planetóide em suas interpretações, felizmente vem crescendo a sua importância na interpretação de mapas principalmente em astrologia psicológica terapêutica. Talvez essa mudança seja fruto da conjunção com Netuno, o regente da Era de Peixes que hoje se encontra em Aquário.

Netuno em trânsito traz em sua bagagem a possibilidade de sensibilização extrema daquilo que ele toca e toca de maneira muito sutil mas nem por isso fraca. Pelo contrário, para aquelas pessoas que realmente se abrem comprometidas conscientemente com sua busca a ponto de ultrapassar os temores limitantes de Saturno,
Netuno oferece as portas de um novo reino recheado de contato com um tipo de sentimento que dissolve a sensação de Eu. Isso cria um novo contato, mais amplo, menos egóico, o que permite um crescimento coletivo mais consciente da transpessoalidade, do amor inconsdiscional e da compaixão.
O perigo de Netuno é a falta de limite, a ilusão e a abertura indiscriminada a tudo e a todos. Isso pode causar uma invasão psíquica irreparável e , ao invés de tornar o ego relativo, inflá-lo, fazendo com que haja uma confusão de bondade e ajuda que mais atrapalham e confundem do que realmente fazem crescer.
Netuno oferece as portas de um novo reino recheado de contato com um tipo de sentimento que dissolve a sensação de Eu. Isso cria um novo contato, mais amplo, menos egóico, o que permite um crescimento coletivo mais consciente da transpessoalidade, do amor inconsdiscional e da compaixão.
O perigo de Netuno é a falta de limite, a ilusão e a abertura indiscriminada a tudo e a todos. Isso pode causar uma invasão psíquica irreparável e , ao invés de tornar o ego relativo, inflá-lo, fazendo com que haja uma confusão de bondade e ajuda que mais atrapalham e confundem do que realmente fazem crescer.

Já Kíron nos traz um senso de 4 pés no chão, o centauro é incapaz de esquecer sua dor, mesmo que a sua postura alegre e, às vezes exagerada tente demonstrar o contrário. Com esse planeta vem o significado, concedido através do nosso sofrimento pessoal e é isso que nos assenta firmemente no solo da nossa própria vida. A partir desse contato podemos nos realizar prestando serviços a terceiros, relamente ajudando, sabendo a dimensão da dor que estamos querendo sanar.
O encontro dos dois então é muito saudável no sentido da cura individual, social e planetária, já que estão em Aquário. Esse signo concede humanidade e conhecimento de causa a esse encontro. É um momento em que estar em grupo é imprescindível no que diz respeito a cura e ao aprendizado das relações, Aquário é o terceiro signo de Ar, o elemento dos relacionamentos - principalmente o relcionamento que temos com a nossa própria mente, aqui as relações precisam deixar de lado preconceitos de toda ordem e disfunções emocionais primitivas, daí as terapias de grupo com todo o seu manancial alternativo de pesquisas e conhecimento aplicado, sem teorias enfadonhas, mas vivenciando o novo e a partir daí ter uma nova percepção de liberdade.
Netuno pode trazer a Kíron uma aplitude e uma possível dissolução de dores, de rejeições do passado, fazer sumir sensações paralizantes muito conhecidas que se repetiam desde sempre como se fossem arraigadas na identidade. Sim, Netuno opera milagres, aquilo que parecia impossível acontece naturalmente, em Aquário traz a possibilidade de fazer e ser diferente, tipo nunca fiz isso então está na hora!
Kíron pode se sentir mais solto, pode focar melhor os sentimentos humanos e emprestar para Netuno esse olhar focado, não desviado, pode fazer Netuno parar de fugir e ver que a dor de desfocar é muito maior do que a dor real que se apresenta em nossa frente. A dor real é menor simplesmente porque é real, não é uma criação fantasmagórica e dramática da nossa mente. Kíron pode ensinar para Netuno que não são apenas as coisas que nos acontecem, mas que acontecemos também para elas. Ãs vezes nosso lado Netuno viciado e hipersensível pode achar que não somos capazes de solucionar ou enfrentar uma determindada situação e protelamos, fugimos ou esquecemos. Kíron traz a percepção de que tudo o que estamos vivenciando está diretamente ligado ao que somos no momento, jamais poderemos ensinar o que não sabemos e só sabemos quando contatamos, somos capazes porque estamos ali naquele momento e não há julgamento de bom ou mau, certo ou errado. Já ultrapassamos Saturno com seus julgamentos e limites, estamos na experiência.
Isso é uma conjunção Netuno/Kíron, uma experimentação de ir além daquilo que nos limitava, viver algo novo, sentir sensações diferentes, ampliar nossas emoções e trocar de roupagem. A capacidade de aceitação de Netuno cria em Kíron um destemor de ir em frente e ele avança com mais sensibilidade, se permitindo cavalgar mais longe, viver o estranho, deixar o estranho se aproximar. E Aquário sabe ser estranho! Aquário abre as portas de todas as percepções, de todas as estranhezas, convida para um passeio em grupo e ver as diferenças, sentindo-se respeitado e a partir daí respeitando profundamente aquilo que vê. Desidentificando de ideologias, crenças e apegos mecânicos a vícios. Traz uma re-humanização necessária nos diversos grupos sociais desde empresas, escolas, comunidades, sindicatos, amigos. Agora é o momento de participar, auto responsabilizar-se, dara o passo para uma nova experiência de relações, largar definitivamente o velho jeito! Quem lhe prende?
Buenos sonhos Netunianos.....pode ser na Internetuniana rede aquariana!
OdraudE Somraj
O encontro dos dois então é muito saudável no sentido da cura individual, social e planetária, já que estão em Aquário. Esse signo concede humanidade e conhecimento de causa a esse encontro. É um momento em que estar em grupo é imprescindível no que diz respeito a cura e ao aprendizado das relações, Aquário é o terceiro signo de Ar, o elemento dos relacionamentos - principalmente o relcionamento que temos com a nossa própria mente, aqui as relações precisam deixar de lado preconceitos de toda ordem e disfunções emocionais primitivas, daí as terapias de grupo com todo o seu manancial alternativo de pesquisas e conhecimento aplicado, sem teorias enfadonhas, mas vivenciando o novo e a partir daí ter uma nova percepção de liberdade.
Netuno pode trazer a Kíron uma aplitude e uma possível dissolução de dores, de rejeições do passado, fazer sumir sensações paralizantes muito conhecidas que se repetiam desde sempre como se fossem arraigadas na identidade. Sim, Netuno opera milagres, aquilo que parecia impossível acontece naturalmente, em Aquário traz a possibilidade de fazer e ser diferente, tipo nunca fiz isso então está na hora!
Kíron pode se sentir mais solto, pode focar melhor os sentimentos humanos e emprestar para Netuno esse olhar focado, não desviado, pode fazer Netuno parar de fugir e ver que a dor de desfocar é muito maior do que a dor real que se apresenta em nossa frente. A dor real é menor simplesmente porque é real, não é uma criação fantasmagórica e dramática da nossa mente. Kíron pode ensinar para Netuno que não são apenas as coisas que nos acontecem, mas que acontecemos também para elas. Ãs vezes nosso lado Netuno viciado e hipersensível pode achar que não somos capazes de solucionar ou enfrentar uma determindada situação e protelamos, fugimos ou esquecemos. Kíron traz a percepção de que tudo o que estamos vivenciando está diretamente ligado ao que somos no momento, jamais poderemos ensinar o que não sabemos e só sabemos quando contatamos, somos capazes porque estamos ali naquele momento e não há julgamento de bom ou mau, certo ou errado. Já ultrapassamos Saturno com seus julgamentos e limites, estamos na experiência.
Isso é uma conjunção Netuno/Kíron, uma experimentação de ir além daquilo que nos limitava, viver algo novo, sentir sensações diferentes, ampliar nossas emoções e trocar de roupagem. A capacidade de aceitação de Netuno cria em Kíron um destemor de ir em frente e ele avança com mais sensibilidade, se permitindo cavalgar mais longe, viver o estranho, deixar o estranho se aproximar. E Aquário sabe ser estranho! Aquário abre as portas de todas as percepções, de todas as estranhezas, convida para um passeio em grupo e ver as diferenças, sentindo-se respeitado e a partir daí respeitando profundamente aquilo que vê. Desidentificando de ideologias, crenças e apegos mecânicos a vícios. Traz uma re-humanização necessária nos diversos grupos sociais desde empresas, escolas, comunidades, sindicatos, amigos. Agora é o momento de participar, auto responsabilizar-se, dara o passo para uma nova experiência de relações, largar definitivamente o velho jeito! Quem lhe prende?
Buenos sonhos Netunianos.....pode ser na Internetuniana rede aquariana!
OdraudE Somraj
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