JOGO ASTROLOGICO

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Pelotas 2012

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Oficina em Pelotas

Oficina em Pelotas

Em Pelotas 2012

Em Pelotas 2012

Pelotas 2012

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Então estamos no final de ano astrológico.
Um período de provações reais muitas e muitas vezes

mais intensa e simbólica do que o ano novo burocrático
imposto por decreto,muito conveniente ao mercado.
Então que as coisas acontecem como precisam acontecer
e o signo de Peixes permite que tudo venha à tona,
sensibilizando a todos os seres aqui visíveis ou ali invisíveis.
Assim as emoções ficam a flor da pele, os "ataques"
acontecem, é preciso derr-amar tudo e não excluir nada,
se não conseguimos transcender os julgamentos agora é o
momento para isso, exercício de paciência,
de total imersão.
Sensação de impotência, de espera, às vezes um desânimo
.....mas por quê tem que ser assim....isso não tem jeito mesmo!!
É os julgamentos estão sempre presentes, é o nosso Saturno
interno projetando-se como senhor da realidade.....
mas que realidade?
A questão é a realidade é muuuuito maior, muito mais
ampla do que nosso 2 olhos enxergam.
A compaixão é exercitada intensamente nesse período,
ou talvez percebida pela primeira vez em outra magnitude.
Com tudo isso pode vir uma sensação de pertencimento,
de nunca ter estado separado, independente do "problema"
que temos ou estejamos enfrentando....estamos no mesmo
planeta, na mesma galáxia..... E é em Peixes que temos
o privilégio de poder agradecer a oportunidade de poder
ver o barco, o planeta, poder sentir essa sensação
de confiança plena. Essa é a entrega! Com dor ou sem dor,
sofrendo ou não sofrendo conscientemente,
perceber a ternura do momento, estar presente no tempo,
poder exercer o desprendimento, a ajuda!
Sim a ajuda...ajuda...
Nào é uma questão de dúvida, de poder ou não poder,
de vida ou morte. É uma questão de estar aí e aberto
a tudo o que acontece. O tempo vai ajudando......
O último mes do ciclo astrológico traz muitas e muitas
sutilezas e também concretudes "tsunâmicas" que são
tão duras e sofridas, que nos fazem questionar tudo...
mas....quem disse que as coisas precisam ser cada vez
mais leves, mais certinhas, mais organizadas? Tudo está
aí ao mesmo tempo e sempre esteve! Compreender e
expandir os horizontes da individualidade e,
por consequência, da coletividade causando uma nova
individualidade....und so weiter!
Comprar um carro, montar um novo projeto de trabalho,
passar noites no hospital acompahando algum amigo,
fazer uma obra, preparar novas aulas, celebrar um
nascimento, perder um ente querido....ficar preso no
trânsito caótico....
O que não pode acontecer? O quê está errado?
Perceber a Vida .....
o que mais queriamos mesmo??
Beijos
duastro@terra.com.br

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

NÃO ESPERE QUE TE DIGAM!

AUTOR
Estamos acostumados a ter uma visão de autoridade muito
vinculada a mando e obediência, uma forma rígida de
exercício do poder. Muitas vezes copiando atitudes,
absorvendo incontestavelmente aquilo que as autoridades
nos afirmam. É como se a autoridade significasse uma
espécie de "rei" absoluto que "sabe tudo", que tem uma aura
especial que o faz detentor de um poder incontestável,
como o Pai ou a mãe eternos, zelando pelo filho eterno.
Claro que, de uma forma ou de outra, acabamos por nos rebelar.
Essa visão antiga e arcaica de chefe, de mando, de hierarquia
já não faz mais sentido algum, mesmo que a maioria de nós
ainda exerça ou busque essa condição.
A imagem de autoridade, às vezes, chega a ser caricata,
gerando um facínio infantil, ingênuo, de um dia poder chegar
naquele estágio, naquele posto. Essa forma de lidar com
hierarquia e o próprio exercício do poder perpetua uma
condição de "prisão" e de inércia pessoal que afasta de
uma real responsabilidade em relação a nossa própria vida.
Estamos tão acostumados a uma condição de obediência
ou subservência que não percebemos mais a nossa
capacidade de sermos livres. Perdemos a sensibilidade
de ver e ouvir os sinais que nos devolvem a possibilidade
termos outra relação com liderança e de termos mais
autonomia. Isso acontece porque estamos viciados num
jeito de ver e sentir as coisas e buscamos uma referência
que nos dê algum tipo de segurança, que amenize o
nosso medo.
Essa referência está em plena transformação, e não é de
agora, esse processo já tem alguns anos, algumas gerações
já estão vivendo esse novo paradigma. A visão arcaica já não
supre mais as necessidades atuais, ela só aumenta nossos
temores, pois algo nos diz que seguir esse modelo é
embarcar num barco sem rumo.
Assim, podemos ficar revoltados e agressivos com tudo
o que lembra poder e autoridade.
Um exercício de grande utilidade é abrir espaço para ver
e sentir nosso ambiente próximo. Quando vamos a uma
palestra, uma aula, quando olhamos para nossa família,
podemos perceber se ficamos esperando a velha autoridade
se manifestar, ou se já podemos relaxar um pouco e deixar
que as coisas se manifestem sem necessariamente
esperarmos uma direção ou um caminho apontado
para seguirmos.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O TEMPO E A MEMÓRIA -CAPRICÓRNIO-CÂNCER

Fazer as pazes com o tempo é compreender e assimilar
Saturno de outra forma em nossos mapas individuais.
O tempo tem sido objeto de muitas crises para o ser humano.

Inventamos o relógio para medir o tempo e achamos que
havíamos solucionado nossa relação com ele. Doce ilusão, nossa
angústia ampliou-se! Não conseguimos detê-lo, o contrário,
o tic tac das horas nos lembra a todo momento da nossa finitude.
Ao que parece Cronos nos empurra impiedosamente para frente,

ao envelhecimento e morte. Sim, é o custo da encarnação,
passamos pelo tempo e ele passa por nós.
Mas o que efetivamente Cronos representa?
Sua imagem cruel devorando seus filhos é assustadora, mas
é como nos sentimos quando estamos “perdendo tempo”,
uma ansiedade nos toma e nos desnorteamos, para onde
devemos ir? Como não ser engolido pelo tempo?
Na Astrologia Cronos rege Capricórnio o signo das realizações,

das autoridades, dos projetos bem sucedidos.
A Casa 10 também é assunto de Cronos, a casa da consciência,

o meio do céu e sua visibilidade clara, nosso papel social.
Interessante que a consciência esteja associada a Capricórnio,

é a maturidade responsável. Daí uma compreensão mais ampla
de nosso Cronos ou Saturno interno, um trabalhador incansável
na busca por consciência, a cabra que sobe a montanha e não
desiste até chegar ao cume. Nosso Saturno constrói consciência!
Parece paradoxal que o engolidor de filhos nos ajude a obter
consciência, a única coisa capaz de detê-lo, ou talvez compreendê-lo.
Nossa autonomia depende de nossa consciência, Saturno sempre

foi associado a busca da independência, não é a toa que os
fortemente capricornianos buscam desde cedo essa condição de
autonomia. Mas o que parece um paradoxo é a nossa tremenda
incapacidade de nos tornar-mos livres.
É aí que aparece a confusão e o medo em Saturno, incapaz de

perceber além da forma ele não se libera e de uma maneira
conservadora preserva velhas atitudes ultrapassadas e
desgastadas. Por isso que em seus trânsitos pelas casas e planetas
de nosso mapa nos defrontamos inicialmente com nossas velhas
atitudes e hábitos. Precisamos perceber e sentir o quanto essas
velhas formas estão enraizadas para poder iniciar um processo
de reconstrução. Saturno transitando significa reforma geral,
entramos em obras, e um canteiro de obras é sempre angustiante
em função da nossa própria pressa de ter tudo arrumadinho.
Incrível, é Cronos-Saturno construindo consciência

por onde passa!
Então chegamos no signo de Câncer, o outro lado, a outra

face do tempo, o passado e a nossa memória. Uma maneira
incrível de conter o tempo e sua passagem. Tudo que passou
deixou rastro na nossa memória e a forma como lidamos com
essas lembranças traduz a qualidade de nossa interação com o
tempo. Câncer é regido pela Lua, nossa auto imagem e relação
com família e o passado formador do nosso recheio anímico,
nossa consistência emocional, nossa estrutura de sensibilidade.
Então quando somos muito cancerianos nos apegamos ao passado,
seja considerado bom ou ruim, ficamos presos nele, queremos
ele de volta ou nunca mais queremos experimentá-lo.
Preservamos muito as relações significativas, é um patrimônio
sentido e vivido em uma época, lembranças de tempos idos que
parecem sempre presentes.
Fica claro aqui a importância das memórias no processo de

desenvolvimento da consciência. Quanto mais formos capazes
de lembrar de experiências passadas mais podemos obter
consciência, percebendo o que precisamos soltar ou incorporar
para mudar e melhorar uma condição.
Saturno vai empurrar para frente e a Lua pode se apegar ao

passado em ressentimentos, em insegurança, em timidez,
em fechamento. Quando a Lua está mais segura tanto melhor
a passagem de Saturno, o processo emocional de crescimento
torna-se mais suave, menos dolorido. Saturno é a oitava superior
da Lua, uma Lua mais estruturada e segura. Fica claro assim a
necessidade de reconhecer as necessidades de nossa Lua e tudo
o que ela representa de nosso passado familiar. Crescer passa
pela capacidade individual de se desprender de forma saudável
das memórias vividas. Como se diz agora: Outro Mundo é possível!
Abraço
Eduardo
ps. o eixo Capricórnio/Câncer indica essa relação com a passagem

do tempo, como nos posicionamos na caminhada pela existência.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

SOB AUSPÍCIOS DE AQUÁRIO

Já se Fórum 10 anos!
E o Fórum está cada vez mais Dentrum

(como dizíamos desde o primeiro ano).
Imaginem quem tinha 11 anos está hoje na
Caminhada de abertura com 21 aninhos!!
Isso significa que as idéias de 10 anos atrás hoje
estão bem "Dentrum", enraizadas no sistema que
é hoje uma massa sem forma em constante mutação
de dentro pra fora,de fora pra dentro.
Caminhando na Av. Borges tudo passa pela cabeça
e pelo coração, não dá para conter a emoção de
perceber o caminho percorrido em 10 anos.
Caminhei o tempo todo vestindo uma camiseta do
Fórum de 2003 com a palavra Liberdade em várias
línguas feita por grandes Amigos. Quando paramos
em frente a uma tenda que vendia camisetas do
fórum, vimos a revista The Ecologist cuja editoração
era feita por esse grande Amigo. As pessoas que
estavam na tenda prontamente receonheceram a
camiseta e lembraram de muitas coisas vividas.....
se fez um silêncio.....um silêncio de gratidão
e reconhecimento, algo que nos emocionou e
nos gritou internamente: Sigam!!!
Bom, aconteceu então um relaxamento e uma
abertura , a liberdade ficou clara e visível.
Isso tudo abriu um espaço de sensibilidade,
que não nega nada, que não evita nada,
mas que está ali firme sem medos.
Assim inicia mais um passo dentro da história
dos encontros humanos num tempo em que é
preciso muita força e comunhão para
seguirmos adiante.
Um abraço
Eduardo

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

PLUTÃO CONTINUANDO...

Depois das chuvas torrenciais é o terremoto do Haiti que
evidencia a ação do deus das profundezas. Um terremoto,
algo que mexe nas bases, no sub solo e devasta tudo aquilo
que aparecia na superfície. Não poderia ser algo mais
plutoniano, ainda mais num signo de terra como Capricórnio,
desabando com as estruturas ultrapassadas.
Mas, por quê? Por quê o Haiti, já tão assolado pela pobreza,

pela falta de tudo? Um lugar paradisíaco absolutamente
devastado por uma catástrofe natural. Um país devastado
pelo próprio povo em guerra a décadas.
E já se vão muitos anos em que tropas militares (forças de paz??)

da ONU estão no país, tentando ajudar, tentando promover
alguma paz. Mas, o que fazem efetivamente, que tipo de ajuda
é essa que não ajuda?
Talvez para entender algum significado simbólico dessa condição

em que o Haiti se encontra, se possa pensar no que Plutão pode
promover além da óbvia tragédia material.
Capricórnio é o sistema estruturado, todo esse monstro que

criamos para facilitar a vida no planeta, a nossa vida, porque
acreditamos que o planeta é nosso, nos apropriamos dessa
magnífica esfera azulada que circula pelo espaço infinito
em torno do Sol.
Criamos um modo de viver muito estranho, que precisa de

exércitos para promover a paz. Levamos esse aparato todo
para um país que se “perdeu”,
como o Afeganistão ou o Iraque, mas, se perdeu ou foi perdido,

ou foi amassado, sugado, empobrecido?
É, pelo jeito o sistema está precisando de uma sacudida e

Plutão não fica esperando educadamente algum tipo de
reunião para decidir o momento mais correto, não espera por
nenhuma base aliada. Ele simplesmente atua e nesse caso
devasta, acaba com qualquer polêmica. Tipo assim: Ah, vocês
queriam ajudar, então agora ajudem mesmo! Doem seu tempo,
seus alimentos, seus remédios, sua afetividade, suas ferramentas,
suas rezas, enfim olhem para o Haiti e venham até o Haiti venham!.
Acabem com essa hipocrisia de força de paz e promovam a paz
fazendo, botando a mão na massa, ou a mão na paz. Às vezes as
pessoas precisam de um saco de farinha, de tomates, de água
potável, de uma visita amigável, de uma troca, enfim de algo
que se aproxime do humano. Não é preciso esperar que todos
se entendam e façam um país com uma ideologia qualquer
que dê certo.
Dar certo pode ser uma simples visita de um vizinho que

traga a paz através de um prato de comida, de um jarro de leite,
de um vizinho que ajude pelo próprio interesse real que tem de
ajudar, que não fica preocupado se deve ou não fazer o que faz,
mas que segue aquilo que a sua consciência humana lhe diz
para fazer.
Parece que existe um significado nas coisas que ocorrem,

elas não são aleatórias. A natureza não está contra nós, pelo
simples fato de que não somos tão importantes assim. Somos a
mesma e única coisa, eis aí a compreensão pisciana não limitada,
não bitolada.
A mídia “transloucada” e ávida por tragédias, subliminarmente

perpetua um status de violência coletiva, pormenorizando as cenas
de destruição e morte. Buscando uma explicação para o desarranjo
natural do planeta na meteorologia, nos ventos, no sol, nas águas,
esquece-se “ingenuamente” do sistema criado sobre o planeta
pelos seus seres mais inteligentes, nós. Não temos nada a ver
com isso, somos eternas vítimas de uma natureza incólume...
que horror!
Pois, Plutão está iniciando uma limpeza, é bom ajudarmos

senão ele terá que fazer o serviço sozinho.
duastro@terra.com.br