JOGO ASTROLOGICO

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Pelotas 2012

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Oficina em Pelotas

Oficina em Pelotas

Em Pelotas 2012

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Pelotas 2012

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

JOGO EM JUNHO!!

Olá pessoal.
Aproveitando a temática do dia dos namorados faremos
um Jogo com ênfase nos relacionamentos.
Será aberto tanto para casais como para pessoas sem
parceria no momento.
Utilizando os símbolos astrológicos podemos compreender
mais amplamente nossas relações amorosas e assim ir mais
adiante em nossa caminhada pessoal.
Que possamos criar um grupo com abertura e profundidade
e, assim, estabelecer um ambiente afetivo e curativo.
Um abraço
Eduardo Krug



segunda-feira, 10 de maio de 2010

CANCERIANISMO....

Definitivamente a liberdade de sentir é tudo de
bom, é tudo de melhor, é tudo de tudo!
Se você não pode sentir as coisas é como se você
não existisse, é como viver fora do corpo, fora da terra,
fora do ar. Sentir aquilo que se manifesta dentro de você
seja lá o que for.
Sem esse contato tudo o mais é sem recheio, é teoria, por
isso Câncer vem depois de Gêmeos, não basta entender, é
preciso sentir a Vida acontecendo. Respirar o que está ali
pulsando e pedindo passagem, estar no tempo do acontecido.
O processo terapêutico precisa iniciar no sentir, câncer é um
signo de água que conecta a alma aos fatos. Se você não
sente a música não acontece, não toca.
É praticamente impossível transmitir em palavras o que
aconteceentro, nas entranhas da alma por isso os signos da
água parecem tão fechados, tão pra dentro. Eles estão em
diálogocom tudo aquilo que não aparece, para eles
nada é evidente.

A Lua é o regente de Câncer, anda rápida pelo céu, faz um
giro em 28 dias e meio. Precisamos ir sentindo tudo,
acordando aquilo quecada signo traz consigo na sua alma.
A Lua sensibiliza tudo o que toca, tipo uma mãe que
incomoda o filho perguntando se ele está cuidando de fazer
tudo direitinho, dizendo para ele não incomodar os outros
(êta projeção de mãe), pra ele não esquecer disso, e daquilo...
A cada mes a mãe passa novamente no quarto de cada filho
e trata de nutri-los com seus cuidados.

Ãs vezes para evidenciar algo é preciso provocá-lo até que
apareça. Plutão, regente de outro signo da água, trata desse
trabalho de transmutação, entenda-se mudança de um
padrão emocional ultrapassado. Colocar para fora, largar o
controleque sufoca, fazer o vulcão eclodir.
E a "controlação" é ardilosa, nem vemos o quê ou como
controlamos, simplesmente achamos que estamos seguindo
o curso e nos perdemos netunianamente......hã...onde.....
como, por que estou aqui??
Queremos controlar tanto as coisas que nos esquecemos
que a Vida está acontecendo sem nenhuma necessidade
de controle,sem nenhuma exigência, sem nenhum horário
pré estabelecido.

Então que Saturno quadrado Plutão concretize essa atitude
plutoniana e que as experiências vividas agora com coragem
e abertura, nos tragam de volta ao humano!
Namastê
Du

quinta-feira, 29 de abril de 2010

SATURNO QUADRATURA PLUTÃO

Não dá para dizer que é um aspectinho””, mas ETA

aspectinho danado!!Quem não está passando por
alguma situação daquelas de arrepiar os pelinhos da
coluna? Se não está passando, acabou de passar ou vai
ser apresentado a ela. Quem não está vendo em si
mesmo, por dentro, está vendo fora nas catástrofes
já cotidianas estampadas em qualquer meio de
comunicação. A coisa ta pegando!!
Para quem busca uma maior clareza e um maior

desenvolvimento de si mesmo, não podemos falar
mais em previsões negativas ou positivas, trata-se
de outra abordagem, um tanto quanto mais profunda.
Plutão sempre lidou com os acontecimentos drásticos,

emocionalmente difíceis e com desdobramentos
inexoráveis. Mas ele não está ali para tirar algo apenas
para nos provocar sentimentos que não queríamos sentir,
ou para perturbar o bom andamento do nosso chi interior.
Plutão retira o que precisa ser retirado e não nos damos
conta, cria o processo para a eliminação, purga tudo que
não consegue sair por si só. Sabe aquela pedra imensa
que obstaculiza toda nossa vida, que já decretamos
que é perene e que jamais sairá da nossa frente, com a
qual vivemos como se fosse uma verdade absoluta e
inquestionável...pois é...plutão retira ela! Como?
Criando uma situação que nos coloca em frente ao
nosso engano, à nossa arrogância, à nossa desvalorização,
às ameaças das quais vivemos fugindo cheios de
medo e covardia. Plutão resgata o nosso senso de
poder que tem a ver com uma honestidade emocional
visceral e um se colocar na vida de forma sensível
e com envolvimento corajoso.
Então que esse aspecto com Saturno traz a tona

todos os medos e toda a covardia que escondemos
durante muito tempo e que agora precisa sair, purgar,
em alguns casos explodir. Sim porque uma das facetas
negativas de Saturno são os medos e os interesses e uma
vida apenas de imagem. Isso tudo muitas vezes pode ser
confundido com uma compaixão, porque muitas vezes,
nem sabemos, mas ajudamos e nos envolvemos com
medo de perder algo, com medo de ser castigado,
com medo de sentir culpa. Sabe aquela reação automática
de que “devo fazer isso” então faço porque é correto ser
assim, aprendi que é assim que se deve crescer, etc.
Tudo isso encobre uma profunda desconfiança que mina
a nossa energia amorosa, que encobre nossa vontade
genuína, é como se já tivéssemos os conceitos prontos
de trabalho, de como viver em família, de como se
relacionar com as pessoas e tudo isso. Um conceito de
sanidade e tantas questões morais inquestionáveis.
Essa quadratura vai nos colocar em cheque com esses

conceitos e formas cristalizadas de viver. No fundo pode
dar aquela sensação bem ruim de que não tenho mais o
que fazer, pronto agora sou impotente mesmo,
simplesmente não consigo atuar mais da mesma forma
como sempre fiz e não tem jeito! Tudo isso vem à tona
agora e vai estar presente por todo o ano de 2010 até
se desfazer a quadratura.
Assim, aos poucos vai surgindo um espaço interno e um

silêncio que permite a manifestação de um sentimento
de compaixão, uma aceitação que teve que passar por
todo esse processo de dor , uma espécie de morte bem
morrida porque jamais volta a ser igual. Há um novo
sentimento depois de tudo isso, uma nova postura,
renovada e limpa, com uma nova compreensão mais
abarcante da própria realidade.
Assim, individualmente todos precisamos passar por esse

ciclo para que o coletivo torne-se o fruto de nossos sonhos
e esforços diários.
Namastê
Eduardo

sexta-feira, 5 de março de 2010

Então estamos no final de ano astrológico.
Um período de provações reais muitas e muitas vezes

mais intensa e simbólica do que o ano novo burocrático
imposto por decreto,muito conveniente ao mercado.
Então que as coisas acontecem como precisam acontecer
e o signo de Peixes permite que tudo venha à tona,
sensibilizando a todos os seres aqui visíveis ou ali invisíveis.
Assim as emoções ficam a flor da pele, os "ataques"
acontecem, é preciso derr-amar tudo e não excluir nada,
se não conseguimos transcender os julgamentos agora é o
momento para isso, exercício de paciência,
de total imersão.
Sensação de impotência, de espera, às vezes um desânimo
.....mas por quê tem que ser assim....isso não tem jeito mesmo!!
É os julgamentos estão sempre presentes, é o nosso Saturno
interno projetando-se como senhor da realidade.....
mas que realidade?
A questão é a realidade é muuuuito maior, muito mais
ampla do que nosso 2 olhos enxergam.
A compaixão é exercitada intensamente nesse período,
ou talvez percebida pela primeira vez em outra magnitude.
Com tudo isso pode vir uma sensação de pertencimento,
de nunca ter estado separado, independente do "problema"
que temos ou estejamos enfrentando....estamos no mesmo
planeta, na mesma galáxia..... E é em Peixes que temos
o privilégio de poder agradecer a oportunidade de poder
ver o barco, o planeta, poder sentir essa sensação
de confiança plena. Essa é a entrega! Com dor ou sem dor,
sofrendo ou não sofrendo conscientemente,
perceber a ternura do momento, estar presente no tempo,
poder exercer o desprendimento, a ajuda!
Sim a ajuda...ajuda...
Nào é uma questão de dúvida, de poder ou não poder,
de vida ou morte. É uma questão de estar aí e aberto
a tudo o que acontece. O tempo vai ajudando......
O último mes do ciclo astrológico traz muitas e muitas
sutilezas e também concretudes "tsunâmicas" que são
tão duras e sofridas, que nos fazem questionar tudo...
mas....quem disse que as coisas precisam ser cada vez
mais leves, mais certinhas, mais organizadas? Tudo está
aí ao mesmo tempo e sempre esteve! Compreender e
expandir os horizontes da individualidade e,
por consequência, da coletividade causando uma nova
individualidade....und so weiter!
Comprar um carro, montar um novo projeto de trabalho,
passar noites no hospital acompahando algum amigo,
fazer uma obra, preparar novas aulas, celebrar um
nascimento, perder um ente querido....ficar preso no
trânsito caótico....
O que não pode acontecer? O quê está errado?
Perceber a Vida .....
o que mais queriamos mesmo??
Beijos
duastro@terra.com.br

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

NÃO ESPERE QUE TE DIGAM!

AUTOR
Estamos acostumados a ter uma visão de autoridade muito
vinculada a mando e obediência, uma forma rígida de
exercício do poder. Muitas vezes copiando atitudes,
absorvendo incontestavelmente aquilo que as autoridades
nos afirmam. É como se a autoridade significasse uma
espécie de "rei" absoluto que "sabe tudo", que tem uma aura
especial que o faz detentor de um poder incontestável,
como o Pai ou a mãe eternos, zelando pelo filho eterno.
Claro que, de uma forma ou de outra, acabamos por nos rebelar.
Essa visão antiga e arcaica de chefe, de mando, de hierarquia
já não faz mais sentido algum, mesmo que a maioria de nós
ainda exerça ou busque essa condição.
A imagem de autoridade, às vezes, chega a ser caricata,
gerando um facínio infantil, ingênuo, de um dia poder chegar
naquele estágio, naquele posto. Essa forma de lidar com
hierarquia e o próprio exercício do poder perpetua uma
condição de "prisão" e de inércia pessoal que afasta de
uma real responsabilidade em relação a nossa própria vida.
Estamos tão acostumados a uma condição de obediência
ou subservência que não percebemos mais a nossa
capacidade de sermos livres. Perdemos a sensibilidade
de ver e ouvir os sinais que nos devolvem a possibilidade
termos outra relação com liderança e de termos mais
autonomia. Isso acontece porque estamos viciados num
jeito de ver e sentir as coisas e buscamos uma referência
que nos dê algum tipo de segurança, que amenize o
nosso medo.
Essa referência está em plena transformação, e não é de
agora, esse processo já tem alguns anos, algumas gerações
já estão vivendo esse novo paradigma. A visão arcaica já não
supre mais as necessidades atuais, ela só aumenta nossos
temores, pois algo nos diz que seguir esse modelo é
embarcar num barco sem rumo.
Assim, podemos ficar revoltados e agressivos com tudo
o que lembra poder e autoridade.
Um exercício de grande utilidade é abrir espaço para ver
e sentir nosso ambiente próximo. Quando vamos a uma
palestra, uma aula, quando olhamos para nossa família,
podemos perceber se ficamos esperando a velha autoridade
se manifestar, ou se já podemos relaxar um pouco e deixar
que as coisas se manifestem sem necessariamente
esperarmos uma direção ou um caminho apontado
para seguirmos.