JOGO ASTROLOGICO

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Pelotas 2012

Pelotas 2012

Oficina em Pelotas

Oficina em Pelotas

Em Pelotas 2012

Em Pelotas 2012

Pelotas 2012

Pelotas 2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012



Gerou muita especulação essa questão da profecia Maia 
do fim do mundo.
De 2012 ser o momento divisor de consciência e tudo mais.
Pelos acontecimentos experiências que vejo ao meu redor 
e que sinto em mim mesmo percebo um pouco melhor essa 
profecia. Ultimamente conversando com muitos amigos, 
compactuamos de um sentimento semelhante de "fim de mundo". 
Um sentimento de esgotamento, de completo enjôo, uma certa
náusea daquilo que se apresenta como realidade. Como se não 
houvesse mais espaço, uma claustrofobia, uma estagnação 
completa de movimento, uma repetição interminável de um
vazio sem sentido nenhum. E estou falando aqui de um aspecto 
psicológico, não estou analisando apenas os movimentos 
concretos do mundo, tecnologia, oportunidades de trabalho, 
 novas fontes de estudo etc. Estou me referindo a um 
esgotamento, a um "fim de mundo" psíquico, ou energético, 
o final de uma onda de consciência. Sabe quando parece que 
você não cabe mais numa determidada roupagem, num tipo de 
residência. Fiquei pensando se não é isso que acontece quando 
 se está indo embora do planeta, a proximidade da morte deve 
ter algo parcecido, talvez uma sensação assim de, exagerando:
 não me identifico  com mais nada que aparece em meios de 
comunicação, em eventos sociais, em partidos políticos, em 
movimentos musicais, em cursos de graduação, em convites
religiosos. 
É esse esgotamento de espaços, esse abuso de desperdício, de 
produtos, de relações anti ecológicas, essa devastação ética, 
que associo ao fim de mundo. É um final energético! E não é 
uma ou duas pessoas que vivenciam isso, são muitas.
E isso me dá essa sensação de final, de término de uma onda. 
É muito claro, muito evidente para quem está aberto ao processo. 
Bom, e daí?
Daí entra a individualidade de cada um, como cada ser humano 
consciente vai agir na prática. Exige uma postura corajosa,
muito focada e responsável mesmo.
É preciso saber parar! E parar pode significar perder alguma coisa, ressignificando a palavra perder. Parar de manter imagens, parar
de consumir porcaria, parar de se relacionar pela metade, parar de 
comer veneno, parar de se mover sem propósito, parar de rezar sem
fé e de pedir sem querer....uma lista imensa vai por aí.
'Talvez seja necessária uma postura mais madura, do tipo: topo 
entrar num movimento de ir adiante com mais consciência, topo 
ultrapassar a minha vergonha de ser criticado porque resolvi ser 
alternativo, não estou sendo alternativo, estou sendo gente e , 
como diz Caetano: Gente é pra brilhar e não pra morrer de fome!
A propósito você já se alimentou hoje?
Então que os Maias possam entrar em banda mais larga em nossas 
consciências, sigamos juntos e fortes.
Abraços
Du

domingo, 17 de junho de 2012




Parece que as relações não tem regras definidas mesmo, nem forma,
nem padrão, um ritmo, nem jeito nehum. Mesmo que socialmente
exista um ritual a cumprir, e quase todos o cumprem, relacionar-se
é ainda uma arte indefinida, incerta e sem controle algum.
Nascemos, crescemos e morremos, e é isso.
Nesse meio tempo nos relacionamos e o tempo cronos é a medida de
todas as coisas, todos os encontros, todo o andamento.
Para onde estamos indo?
Em algum momento paramos, olhamos ao redor, olhamos
para próximo e para longe de nós. O tempo faz isso acontecer, é imperativo,
não interessa quando, mas em algum momento olhamos. Neste momento
algo se mexe, algo fala, ou grita. Ficamos parados! Saimos do repetitivo
mecânico no simples ato de parar.
E as formas de estar relacionando-se são infinitas, podemos ver a nossa
adequação ao socialmente aceito, ao critério cultural do momento,
a nossa anulação mascarada de muitos compromissos, agenda repleta,
compromissos, sim compromissos dão idoneidade, justificam a alienação.
Podemos também enxergar nossa rebeldia, somos contra tudo que existe,
do jeito que existe, agredimos a alguém, ao sistema do jeito que ele está,
batemos de frente, somos originais!
Quem sabe passamos a enxergar mais de perto a precocupação
que temos com uma imagem, o medo de sermos banidos do meio, sim podemos
ser marginais. Mantemos os rituais não porque acreditamos mas por medo mesmo.
Assim, que relações são essas? Com quem nos relacionamos?
Sim, claro, somos generosos, ajudamos a todos, amamos muito nossos parceiros,
somos bons! Qual é a dúvida? Porque não podemos continuar como estamos,
qual é o erro? 
Podemos, podemos, podemos continuar da forma que for, essa é a questão!
Não há erro em lugar algum. Quando damos uma parada, iniciamos um outro
olhar, esse é o ponto, esse é o mistério, porque paramos? O que nos faz olhar
diferente e reavaliar não está associado a erro ou acerto, aliás talvez seja
para isso, sair desse certo ou errado e experimentar algo que se está sentindo.
Porque não podemos? Quem não deixa?
Em algum momento é preciso ir um pouco mais fundo, mais adiante no processo.
Quando percebemos em nós uma vontade genuína, realmente comprometida,
um real interesse conosco, também contribuímos muito para o coletivo.
Podemos estar vivendo agora algo confuso, intenso, amedrontador, é um
momento cheio de mistérios e questões que não sabemos direito onde podem
dar. É como uma inquietação, antes a pouco tempo atrás pareciamos tão
seguros e tão definidos em alguma escolha, em alguma relação, em algum
trabalho. Mas, agora tudo está em stand by, perdemos um pouco do controle
que achávamos que tinhamos, tudo parece ter ganho vida própria.
Bem, esta é uma condição deste agora, lidar melhor com aquilo
que se apresenta, ter um entendimento mais amplo, senão corremos o risco
de não termos mais escolhas.
Escolhemos e somos escolhidos......



Hoje lendo Trungpa falando sobre terapias e meditação percebi como é forte a fuga e o auto engano em nossa vida diária, no cotidiano. Muitas vezes usamos a terapia e a meditação como "pastilhas anestésicas"para tirar a dor. Santa ilusão! Nenhuma terapia vai nos salvar da dor. Assim percebi, como protelamos a felicidade! Como nos contentamos com a pouca felicidadezinha oferecida por uma vida ordinária daquelas que tem manual de instruções de como ser feliz, como ser feliz rapidamente.
Usar a terapia ou a meditação para evitar a dor, ou como forma de escolher o jeito fácil de encarar um problema, pode ser a própria armadilha. Armadilha de "achar-se feliz" sem contatar. Sim, quanto mais longe do perigo mais feliz ficamos, será? Mas o que é o perigo?
Ouvi dizer que o contrário do amor não é o ódio, é o medo! Mas, que tanto medo é esse que temos? Por quê tanta evitação? Tudo tão conceitual que chega a dar um cansaço. Poderiamos pensar um pouco além, abrir espaço para sentir um pouco mais as coisas, deixar o egoísmo da auto preservação excessiva dar espaço ao risco de ser feliz. Esse risco inclui sentir a dor e o amor juntos. Continuar evitando a vida acontecer é um convite à doença individual e uma contribuição negativa para a normose coletiva. Fazer terapia como forma de compreensão e entendimento dá uma outra dimensão aos problemas, pode substituir a anestesia pela vivência, pelo contato. Quando buscamos a anestesia podemos gerar uma "amnésia essencial" que nos distancia de tudo, trazendo uma desconexão repetitiva e aniquiladora.
Ir um pouco mais além do trivial, do sempre igual, pode descortinar um novo mundo. Nossas caravelas rumam à um novo mundo, um mar de dentro, estamos cruzando o oceano da inércia repetitiva de nossos próprios apegos e certezas. Os ventos sopram..... basta içar as velas e mirar o horizonte!
É preciso estar disposto a sacrificar algo sem propósito algum, não existe realidade pronta nem recompensa, ninguém vai nos dizer se somos merecedores. Se queremos ser livres precisamos compreender que liberdade só é liberdade quando é incondicional. 
Bons ventos, bons mares e boa visão do novo mundo!.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

QUL É A PRESSA??





Ontem fiz uma coisa que gosto muito....
pegar o trem para POA apenas com a roupa
do corpo, a carteira de identidade, o celular
e um troquinho básico para passagem e um
lanche.
Sensação de liberdade boa senti. E mais ainda,
estava indo a um grupo de meditação aberto
e gratuito, estar com as pessoas num ambiente
de crescimento e qualidade de relações.
Bom, só tinha que vir agradescendo a toda a
existência.
Não tinha outra coisa a fazer senão ir....estar...
e vir...
percebi que estava numa outra relação com


o tempo e com o espaço.
Daí que resolvi escrever.
.....................................
Coisa mais boa ter tempo!
Tempo para viver o que se apresenta,
tempo para esperar,
para trabalhar naquilo que se gosta.
Tempo de contemplar as cores,
o preto e o branco,
tempo para ficar cinza por dentro e por fora.
Tempo para caminhar na rua e olhar o que se passa.
Poder estar disponível no tempo em que se está.


Estar, sem pressa de ir para não sei aonde.


Tempo de não ambicionar necessidades alheias.


Atender a um chamado de um Amigo,
de um cliente, de um familiar, de qualquer situação


que chama. Ir ao encontro, tempo para falar ao


telefone e ouvir.
Como é bom ter tempo!
Ter a possibilidade de reduzir ou acelerar
de acordo com o que se percebe.
Tempo para ver e sentir o verde ao seu redor,
ouvir o vento no meio da urbe lóki.
Poder pegar um bus, um trem, descer e colocar o


pé firme no chão do caminho.
Tempo para entrar numa loja e comprar o que


se precisa e não comprar o que não se precisa.
Olhar uma vitrine e admirar tudo o que ali se


mostra e tempo de saber que pouco se precisa.
O tempo de entrar no banco e ver o saldo
totalmente vinculado à qualidade de nosso tempo.
Trabalhar com vontade e qualidade usando


todo o tempo que se pode, sem a sensação
de que precisamos parar ou que não é hora,
ou que não vai dar.
Que bom ter tempo!
Poder estar em paz com a Vida que se apresenta.


Ter tempo para a doença, ficar amigo do ócio, o cio.


Ter tempo para poder morrer em paz e consciente


e em Casa, algo que não tem preço.
Olhar o tempo se apresentando um estados mentais


intensos e difíceis. Ver-se perdendo o equílibrio e


caindo em profundidade para dentro dos abismos da


psique ....ver-se.
Que maravilha a simples possibilidade do desespero


e da angústia porque foram sentidas e introjetadas,


não passaram ilesas.
A bondade fundamental de se estar digno perante


o tempo que passa.
Como é bom ter tempo!
Só se tem tempo quando se está vivo, bem Vivo!
Quando não se tem tempo se tem ...o quê?
Como se pode ter o tempo...se ele passa...


tão rápido?
Como é bom ter tempo!
Ver o tempo passar, ver o tempo andar,
ver o tempo ir....
Assim saber e não saber, poder andar
por qualquer lugar sem tempo.
Situar-se nas situações sem tempo.
Ter tempo para todas as situações sem tempo.
Qual é a pressa?

terça-feira, 20 de março de 2012

ALÉM DE NÓS ...TODOS





Quando você inicia a fazer corelações significativas no

seu dia a dia, começa a atribuir significados a eventos

fazendo associações subjetivas, você está ampliando

consideravelmente o seu próprio potencial de

cosnciência. Em astrologia se diria que está ampliando

a consciência pessoal (casa 9),incorporando no sistema

(casa 10) e cosequentemente desenvolvendo a

consciência coletiva (casa11).
Quando estes significados se tornam conscientes pelo

que eles produzem em termos de sentimentos trazendo

mais clareza daquilo que se sente e produzindo alívio ao

corpo emocional, eles, de alguma forma, tornam-se

reais e são incorporados no sistema (capricornio)

tornam-se praxis e criam segurança (câncer).
Quanto mais aberto para essas sincronicidades, mais

fluência de consciência se estabelece, porém ela precisa

ser experimentada (câncer). Experimentar é vivenciar e

sentir o que acontece dentro, como nos sentimos

internamente.
A partir daí podemos ampliar o significado dos eventos,

dos sentimentos, das reações e dos próprios desejos e

medos. Ficamos mais conscientes de porque fazemos ou

tomamos uma determinada atitude e assim podemos
rever nossa própria postura, decidir com mais clareza.
Sem passar pela exeperiência é muito dificil dizer que

evoluimos, ou mudamos algo em nossa trajetória.

A experiência pode mudar significativamente uma idéia

teórica, uma postura rígida, uma conduta moral e até

mesmo um hábito arraigado a uma tradição cultural.
Bom, para quem está aberto em ver o seu contexto

pessoal, suas relações íntimas, sociais e conexões

cósmicas transpessoais, pode ficar evidente esse

processo de mudança, às vezes não dá para não ver.
Assim coletivamente vamos andando, desmistificando

a vida e a morte, podendo alterar atitudes frente a

situações muitas vezes dramatizadas e

repetitivamente inconscientes, viciadas.
Se você não está passando por algum desassossego,

alguma provocação, não se preocupe-se, tudo vem ao

seu tempo....
Se você está passando por essas situações de

desacomodação, despreocupe-se....está conectado ao

momento coletivo de redefinições, o único barco em

que estamos todos juntos é o nosso planetinha blue,

ainda não descobrimos outro, então naveguemos...