JOGO ASTROLOGICO

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Pelotas 2012

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Oficina em Pelotas

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Em Pelotas 2012

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

LUA CHEIA DE YODS


Reparem nos aspectos que estão constelados no mapa da próxima lua cheia.
Me chamou muita atenção a quantidade de Yods(dedo de deus) que apontam
para a Lua em Gêmeos, impressionante!
O Yod é uma configuração de 2 quincôncios(150 graus) e 1 sextil(60 graus).
Entre suas características pode-se notar uma extrema abertura e amorosidade
que flui na pessoa que o possui. Porém também é comum um desligamento,
uma apatia, uma conexão não muito prática nem objetiva. É preciso uma
clara focalização e uma vontade muito determinada para podermos lidar
com esse aspecto.
O Yod traz a responsabilidade pessoal de alterar um padrão de muitos anos,
muitos kalpas, muitas vidas....
Portanto quando aparecem tantos yods num mapa de lua cheia, fica evidente
o trabalho coletivo de "iluminar os sentimentos", ou ao menos não se opor
completamente àquilo que se sente.
A Lua em Gêmeos é a alma mais leve e descompromissada do zodíaco, tem
a flexibilidade necessária para viver as verdades e as mentiras.
Será necessário comunicarmos muitas coisas, saber falar, saber dizer, saber
trocar e contatar.
Nada disso vem acontecendo com a imprensa pública. Há um descaso, uma
avassaladora quantidade de desinformação em todas as áreas e isso tudo
fica mais óbvio com a presença de Júpiter retrógrado e lilith no mesmo signo
de gêmeos. Muita porcaria circula pelos canais sutis do intelecto, muita
bobagem e isso tudo traz muita dúvida e desassossêgo.
A base do Yod é Plutão/Marte em Capricórnio e Saturno/Vênus em Escorpião.
Isso pode trazer a necessária seriedade e profundidade que precisamos para
sobreviver num mar de superficialidades sem sentido.
Também Marte e Vênus envolvidos falam da necessária harmonização nas
relações  afetivas, do masculino com o feminino. Integrar a raiva e a agressão
com a sensualidade, o amor, novos valores.
Muito forte essa relação do feminino/masculino - Sol/Lua/Lilith, Marte/Vênus.
Trazer a tona Lilith e sua visceralidade, talvez com uma ajudinha de Júpiter e sua
magnitude. Comunicar tudo isso a partir da experiência pessoal, trocar com os
Amigos essas experiências, tudo isso vai criando uma camada de consciência
diferenciada. Vamos navegando com pouco vento mas em frente na espiral!
Que a Lua seja bem cheia de tudo!!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Ensaio Saturno em Escorpião




Por que existe conflito entre sexo e ego? Porque o sexo é algo em sua vida em que você não pode ser egocêntrico, em que o outro se torna mais importante do que você. Num relacionamento de amor, o outro se torna muito, muito importante, imensamente importante. Você se torna um satélite e o outro o núcleo, e o mesmo está acontecendo com o outro: você se torna o núcleo e ele se torna um satélite. Trata-se de uma entrega recíproca. Ambos estão se entregando ao deus do amor e ambos se tornam humildes.
O sexo é a única energia a lhe dar indícios de que existe algo que voc6e não pode controlar. O dinheiro, a política você pode controlar, os negócios, o conhecimento, a ciência, a moralidade você pode controlar. De alguma maneira, o sexo traz um mundo totalmente diferente: você não pode controlá-lo. O ego é o grande controlador. Ele fica feliz se puder controlar, fica infeliz se não puder controlar. Assim, aí começa um conflito entre o ego  e o sexo. Lembre-se, essa é uma batalha perdida. O ego não pode vencê-la, porque o ego é superficial. O sexo está profundamente enraizado, ele é a sua vida; o ego é apenas a sua mente, a sua cabeça. O sexo tem raízes que se estendem por inteiro, o ego tem raízes somente em suas idéias - é muito superficial, apenas a cabeça.
Dessa maneira quem tentará transcender o sexo? A cabeça tentará. Se você estiver demasiadamente na cabeça, desejará transcender o sexo, porque ele o leva de volta às suas entranhas. Ele não deixa que você fique na cabeça. Todo o resto você pode manejar daí, menos o sexo. Você não pode fazer amor com a cabeça. Você precisa baixar, descer das alturas, aproximar-se da terra.
O sexo é humilhante para o ego; portanto as pessoas egocêntricas são sempre contra o sexo. Elas ficam procurando maneiras de transcendê-lo, mas nunca conseguem. No máximo podem ficar pervertidas. Desde o começo todo o esforço delas está fadado ao fracasso. Você pode fingir que venceu o sexo mas uma subcorrente......você pode racionalizar, encontrar razões, fingir, criar uma concha muito dura a sua volta, mas no fundo a realidade fica intocável. E a causa real explodirá; não se pode ocultá-la, é impossível.
Não vou sugerir que você faça qualquer esforço para transcendê-lo. O que sugiro é justamente o contrário: esqueça de transcendê-lo. Mergulhe nele tão profundamente quanto puder, ame tão profundamente quanto puder. Enquanto a energia estiver presente, mova-se tão profundamente quanto puder, ame tão profundamente quanto puder e faça dele uma arte. Ele não é apenas para ser "feito" - esse é todo o significado de fazer do ato de amor uma arte. Existem mudanças sutis, as quais somente as pessoas que entram com um grande senso estético serão capazes de conhecer. Do contrário, você pode fazer amor durante toda a vida e ainda ficar insatisfeito, porque você não sabe que a satisfação é algo muito estético. Ela é como uma música  sutil brotando da sua alma.
Se por meio do sexo voc6e entrar em harmonia, se por meio do amor você ficar descontraído e relaxado, se o amor não for apenas jogar fora energia, porque você não sabe o que fazer com ela, se não for apenas um alívio, mas um relaxamento, se você relaxar com seu parceiro e ele relaxar com você, se por alguns momentos você se esquecer de quem você é e ficar completamente perdido em repouso, você sairá dele mais puro, mais inocente,mais virgem e terá um tipo diferente de ser -descontraído, centrado, enraizado.
Se isso acontecer, um dia, de repente, ovcê perceberá que a torrente se foi e o deixou muito enriquecido. Você não se lamentará por ele ter ido embora. Você seá grato,porque agora mundos muito mais ricos se abrem. Quando o sexo o deixa, as portas da meditação se abrem. Quando o sexo o deixa, você não fica tentando se perder no outro. Você se torna capaz de se perder em si mesmo. Surge agora um outro munde de orgasmo, o orgasmo interior de estar consigo mesmo. Mas isso surge somente por meio do estar com o outro.
Osho - Amor, Liberdade e Solitude

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

X TEMA faii anddo

E ENTÃO FALANDO DO CONTEXTO DO SÉC XXI INÍCIO DA ERA DE AQUARIO


Estávamos filosofando sobre o consumir, o consumidor e o consumo. De como as coisas foram (ou estão) feitas para consumir!! Estamos vivendo um momento em que tudo se “perdeu”. Uma cultura que se desenvolveu dentro desta era de Peixes +- 2.000 ANOS DE HISTÓRIA E TEMOS UMA SITUAÇÃO DE FALÊNCIA, de completa ingerência do sistema. Um sistema que se auto consome, que se devora a si mesmo. Mesmo que tenhamos desenvolvido uma grande tecnologia desde a Revolução Industrial do séc XIX, o séc. XX se encarregou de explodir tudo literalmente. O terrorismo se fez em todos os campos, da família ao coletivo. Ficou tudo vazio!!

...o que vamos fazer agora neste séc. XXI, neste início de Era? Quem vai fazer? Como vai fazer?

Perguntas importantes que vamos respondendo na medida dos próximos anos...Talvez possamos trocar algumas palavras, por ex: consumo por assumo

Ao invés de consumir por consumir pelo menos assumir o que consome.

Assumir aquilo que se quer!

Assumir aquilo que se tem!

Assumir aquilo que se busca

Assumir aquilo que se é!

Sair daquela condição viciada de dependência do outro, do sistema, do trabalho, do dinheiro, da família.

Não ficar esperando que algo aconteça e enquanto não acontece ir gastando o salário que já nem sabe porque se ganha!!

Assumir...assumir-se, aceitando a dor da rejeição kironiana que isso causa, admitindo um amadurecimento emocional que pressupõe afirmar-se e também aceitar-se, aceitar o outro - A ACEITAÇÃO.

A aceitação, não como sinônimo de resignação, a afirmação não como sinônimo de imposição.

Começar essa nova era aquariana integrando as 2 últimas(eras (Peixes e Áries), os 4.300 anos que já se passaram e que estão acumulados na memória, usar a memória, “ser” a memória, estar vivo com a consciência ativa, estar vivo de forma integral, estar vivo e afim da vida!!

Entrar no novo com a sensação da Liberdade. Sair do sonho pisciano, antigo, da liberdade utópica. Perceber a realidade mais abrangente, sair da “rasa razão” imediatista, pragmática, laboratorial virginiana ser simbólico, sagitariano, reverter a ética mundana para uma ética sagrada “sagrar-se”, com-sagrar-se.

O símbolo é necessário, o símbolo pode trazer de volta a vida perdida na realidade estanque do fazer para consumir. O Símbolo pode trazer de volta o trabalho com propósito, o trabalho abrangente, o trabalho enraizado. A consciência de estar trabalhando a serviço virginiano de um crescimento coletivo aquariano.

Para a construção do coletivo é vital que se possa incorporar Áries e Peixes, a afirmação e a aceitação, caso contrário se cai numa complexidade (virgem-libra) sem fim nas relações e especializações inúteis. Como??? Com exercício terapêutico com exercício da dor e do perdão. Com o exercício da morte e do renascimento, plutão, casa 8. Ressacralizar a morte e o morrer. Se não morrermos um pouquinho mais conscientes jamais nasceremos conscientes.

quinta-feira, 5 de julho de 2012



Gerou muita especulação essa questão da profecia Maia 
do fim do mundo.
De 2012 ser o momento divisor de consciência e tudo mais.
Pelos acontecimentos experiências que vejo ao meu redor 
e que sinto em mim mesmo percebo um pouco melhor essa 
profecia. Ultimamente conversando com muitos amigos, 
compactuamos de um sentimento semelhante de "fim de mundo". 
Um sentimento de esgotamento, de completo enjôo, uma certa
náusea daquilo que se apresenta como realidade. Como se não 
houvesse mais espaço, uma claustrofobia, uma estagnação 
completa de movimento, uma repetição interminável de um
vazio sem sentido nenhum. E estou falando aqui de um aspecto 
psicológico, não estou analisando apenas os movimentos 
concretos do mundo, tecnologia, oportunidades de trabalho, 
 novas fontes de estudo etc. Estou me referindo a um 
esgotamento, a um "fim de mundo" psíquico, ou energético, 
o final de uma onda de consciência. Sabe quando parece que 
você não cabe mais numa determidada roupagem, num tipo de 
residência. Fiquei pensando se não é isso que acontece quando 
 se está indo embora do planeta, a proximidade da morte deve 
ter algo parcecido, talvez uma sensação assim de, exagerando:
 não me identifico  com mais nada que aparece em meios de 
comunicação, em eventos sociais, em partidos políticos, em 
movimentos musicais, em cursos de graduação, em convites
religiosos. 
É esse esgotamento de espaços, esse abuso de desperdício, de 
produtos, de relações anti ecológicas, essa devastação ética, 
que associo ao fim de mundo. É um final energético! E não é 
uma ou duas pessoas que vivenciam isso, são muitas.
E isso me dá essa sensação de final, de término de uma onda. 
É muito claro, muito evidente para quem está aberto ao processo. 
Bom, e daí?
Daí entra a individualidade de cada um, como cada ser humano 
consciente vai agir na prática. Exige uma postura corajosa,
muito focada e responsável mesmo.
É preciso saber parar! E parar pode significar perder alguma coisa, ressignificando a palavra perder. Parar de manter imagens, parar
de consumir porcaria, parar de se relacionar pela metade, parar de 
comer veneno, parar de se mover sem propósito, parar de rezar sem
fé e de pedir sem querer....uma lista imensa vai por aí.
'Talvez seja necessária uma postura mais madura, do tipo: topo 
entrar num movimento de ir adiante com mais consciência, topo 
ultrapassar a minha vergonha de ser criticado porque resolvi ser 
alternativo, não estou sendo alternativo, estou sendo gente e , 
como diz Caetano: Gente é pra brilhar e não pra morrer de fome!
A propósito você já se alimentou hoje?
Então que os Maias possam entrar em banda mais larga em nossas 
consciências, sigamos juntos e fortes.
Abraços
Du

domingo, 17 de junho de 2012




Parece que as relações não tem regras definidas mesmo, nem forma,
nem padrão, um ritmo, nem jeito nehum. Mesmo que socialmente
exista um ritual a cumprir, e quase todos o cumprem, relacionar-se
é ainda uma arte indefinida, incerta e sem controle algum.
Nascemos, crescemos e morremos, e é isso.
Nesse meio tempo nos relacionamos e o tempo cronos é a medida de
todas as coisas, todos os encontros, todo o andamento.
Para onde estamos indo?
Em algum momento paramos, olhamos ao redor, olhamos
para próximo e para longe de nós. O tempo faz isso acontecer, é imperativo,
não interessa quando, mas em algum momento olhamos. Neste momento
algo se mexe, algo fala, ou grita. Ficamos parados! Saimos do repetitivo
mecânico no simples ato de parar.
E as formas de estar relacionando-se são infinitas, podemos ver a nossa
adequação ao socialmente aceito, ao critério cultural do momento,
a nossa anulação mascarada de muitos compromissos, agenda repleta,
compromissos, sim compromissos dão idoneidade, justificam a alienação.
Podemos também enxergar nossa rebeldia, somos contra tudo que existe,
do jeito que existe, agredimos a alguém, ao sistema do jeito que ele está,
batemos de frente, somos originais!
Quem sabe passamos a enxergar mais de perto a precocupação
que temos com uma imagem, o medo de sermos banidos do meio, sim podemos
ser marginais. Mantemos os rituais não porque acreditamos mas por medo mesmo.
Assim, que relações são essas? Com quem nos relacionamos?
Sim, claro, somos generosos, ajudamos a todos, amamos muito nossos parceiros,
somos bons! Qual é a dúvida? Porque não podemos continuar como estamos,
qual é o erro? 
Podemos, podemos, podemos continuar da forma que for, essa é a questão!
Não há erro em lugar algum. Quando damos uma parada, iniciamos um outro
olhar, esse é o ponto, esse é o mistério, porque paramos? O que nos faz olhar
diferente e reavaliar não está associado a erro ou acerto, aliás talvez seja
para isso, sair desse certo ou errado e experimentar algo que se está sentindo.
Porque não podemos? Quem não deixa?
Em algum momento é preciso ir um pouco mais fundo, mais adiante no processo.
Quando percebemos em nós uma vontade genuína, realmente comprometida,
um real interesse conosco, também contribuímos muito para o coletivo.
Podemos estar vivendo agora algo confuso, intenso, amedrontador, é um
momento cheio de mistérios e questões que não sabemos direito onde podem
dar. É como uma inquietação, antes a pouco tempo atrás pareciamos tão
seguros e tão definidos em alguma escolha, em alguma relação, em algum
trabalho. Mas, agora tudo está em stand by, perdemos um pouco do controle
que achávamos que tinhamos, tudo parece ter ganho vida própria.
Bem, esta é uma condição deste agora, lidar melhor com aquilo
que se apresenta, ter um entendimento mais amplo, senão corremos o risco
de não termos mais escolhas.
Escolhemos e somos escolhidos......