JOGO ASTROLOGICO

JOGO ASTROLOGICO

Pelotas 2012

Pelotas 2012

Oficina em Pelotas

Oficina em Pelotas

Em Pelotas 2012

Em Pelotas 2012

Pelotas 2012

Pelotas 2012

terça-feira, 15 de abril de 2014


Olá pessoal Astrovivente!
Vamos realizar mais uma oficina do Jogo Astrológico de dia inteiro.
Será no sábado dia 26 de Abril das 10h às 19h. Como alguns já sabem,
é uma oficina que traz muitos insigths a partir da conexão com os
símbolos astrológicos. É lúdico e ao mesmo tempo profundo.
Você terá ao final do jogo uma série de visões sobre o seu processo
atual de vida. O jogo é um super oráculo!
 
Temos um número limitado a 12 participantes,portanto se você deseja
estar junto conosco nesta oficina garanta seu lugar, confirme a sua presença.
 
Local: Rua São Manuel, 337 sala Atelier - POA
Valor: R$ 230,00
 Um grande abraço
 

sexta-feira, 30 de agosto de 2013


Em nossas memórias reside tudo o que nos trouxe até aqui.
Não importa o tipo de memória, ram, rem, arcaica, recente,
instantânea, somos o que viemos sendo, somos a memória de amanhã.
No céu do momento, muita memória,muito tempo psicológico.
Passagens muito abertas às águas memoriais, às águas formadoras do recheio
da essência, signos de água, câncer, escorpião e peixes.
Ali estão circulando muitos planetas fortes e lentos, sociais e geracionais.
Mergulhar nas águas, é este o convite. As portas estão destrancadas, soltas,
prontas para o ingresso, experimente! Grandes trígonos de água são grandes
dádivas, oportunidades de integração e estabilidade, de capacidades.
Entremos, pois, no universo aquático!
Uma certa sensibilidade estranha, uma certa tontura, uma certa falta de ar.
Um descontrole de tempo, mudanças abruptas de humor, um certo silêncio
interior, marcam outra frequência, outra perspectiva. Um certo delírio que
ocorre, uma outra música soa, o passado, o que foi um dia, o que estava ali
ontem....
Tudo isso são as águas! Uma carta, um bilhete, um objeto de ontem....hoje.
A atmosphera de um ambiente falando, susurrando, chorando apegado ao que foi. Cronologicamente incorreto está o relógio, o ca-lendário parou, a infância.... As primeiras experiências nas relações. Onde ? Quando?
Com as águas sente-se algo sempre aqui, sempre agora como se ontem fosse.
O ontem nunca foi. E o triângulo nos dá a dimensão exata da memória, do vivido.
A consiência agora vê esse passado, vê esse tempo ido, sente as entranhas revirarem.
Cai numa calma estranha, uma paradera, um ritmo de mergulho, sub marino.
Estamos mergulhando no ritmo aquático. Agora há uma possibilidade....sentir 
e ver com muito mais clareza o próprio crescimento, sem dúvida ou presunção.
Em Câncer tudo inicia e ali temos Júpiter que traz a visão ética do passado,
conduz ao passado com novos olhos, re-lê....re-vê! Amplia os vínculos familiares, atravessa o rio do esquecimento e traz uma lembrança. A dor é compreendida como eterna, é terna. Júpiter dá um corpo emocional mais apropriado ao momento.
Tudo acumula-se em consciência experimentada.
E, a partir daí, chegamos no trabalho de Saturno em Escorpião, um trabalho árduo. Aqui estamos a incorporar poder, poder pessoal. Algo que nos dá força para ficarmos de pé em meio ao turbilhão. Sim, temos um turbilhão acontecendo, principalmente ao tocarmos memórias, revê-las. O turbilhão emocional é o tom dessa água escorpiana. O rio encheu e a correnteza é forte! As margens sumiram, a vegetação siliar é escassa, os barrancos cairam e a 
 grande massa de água e lodo desliza intensamente.
Saturno pede limite, auto preservação e o uso de nossa autoridade.
Ficar firme na experiência! Júpiter empresta a Saturno a fé no caminho percorrido até aqui, cuida para que a dureza, o pessimismo e o medo não envenenem a experiência. Saturno pode fazer o seu trabalho com mais visão. Segue adiante e aprofunda-se mais, começa a sentir a solidez e a 
estrutura nova sendo construída. Já não reage apenas!
E o grande trígono se instala, se faz sentir. Tudo fica mais largo, os perigos aparecem e penetram, sacodem a estrutura. Sim, o trígono deixa acontecer 
e direciona os fatos para o signo de Peixes, onde Netuno e Kíron se 
 encarregam da dissolução, da diluição, da compreensão, da inserção, do relaxamento, da inspiração. Aqui há lugar para tudo. As experiências vividas, 
as emoções criadas nas memórias, nos tempos idos, agora recebem acolhida e 
se misturam ao mar do agora. A consciência surfa a onda de ontem e a conduz
à praia do futuro que já estava ali com a memória cheia de lembranças......
a música que toca?
João Gilberto.....Chega de Saudade
 

 

sexta-feira, 23 de agosto de 2013


Olá pessoal.
Em Virgem se chega ao real.
A realidade nua e crua de sempre, de todo o dia,
do cotidiano. Nada é simbólico! Tudo é muito sólido
e óbvio, tudo preto no branco. Não adianta você fazer
de conta, pintar de rosa o fato.O fato é preto e branco,
é real, aconteceu. As coisas estragam, dão errado, envelhecem,
acabam, terminam a sua vida útil.
Então que quando o signo de Virgem aparece precisamos nos
dar conta disso, fazer uma análise real e pragmática de nossa
vida, arrumar as coisas, ter humildade suficiente para reconhecer
que erramos, que caimos, que não sabemos. E que é hora de
aperfeiçoar-se, subir um degrau, conhecer mais, evoluir um pouquinho
saindo de vícios, buscando mais saúde, não se colocando num
papel de vítima escrava das situações. É preciso fazer alguma coisa
e se sentir útil por isso, servir.
Bom, mas talvez mais difícil ainda é olhar e ver que somos melhores,
que sabemos mais, que estamos além, que não estávamos
tão errados quanto a nossa baixa auto estima e nossa autocrítica
nos fizeram acreditar. Virgem pode se sentir muito humilhado,
pela sua simplicidade, pelo seu olhar curto e próximo, pela comparação
que costuma fazer. E , assim não vê o que já tem de melhor, as suas
potencialidades. Um pouco de equilíbrio, já anunciando o próximo
signo da balança já se faz necessário aqui em Virgem.
De qualquer forma, é necessário olhar o detalhe, aperfeiçoar, ser
realista, não sonhar e nem pensar muito alto nesse momento.
Organizar-se e enxugar a máquina mega que costumamos criar.
Um pouquinho mais de saúde, regras, horários, métodos e, a palavra
chave, disciplina!

Bom mes!

quarta-feira, 12 de junho de 2013



Há uma linha de desenvolvimento de consciência nos alinhamentos planetários. Da conjunção à quadratura, da quadratura à oposição, passando por todos os outros aspectos fluentes como sextil e trígono. A astrologia permite uma análise mais precisa e clara desse andamento, dessa evolução. Uma espécie de percepção consciente de um processo de desenvolvimento. Através dos diversos símbolos astrológicos vamos vendo uma manifestação arquetípica e cósmica acontecendo nos indivíduos e ao mesmo tempo na sociedade, na coletividade.
Os planetas exteriores são mais lentos no seu deslocamento e portanto marcam gerações de indivíduos. São chamados também de transpessoais ou transsaturninos.
Existem vários encontros entre planetas acontecendo ao mesmo tempo e um desses encontros mais intensos e renovadores é o de Plutão/Urano.
Estiveram em conjunção no sec.XVIII – 1710; sec. XIX – 1850; sec.XX – 1960; Nestes períodos se iniciaram muitas questões revolucionárias e renovadoras. Quando os planetas entram em quadratura essas questões se intensificam ao máximo causando uma desacomodação, justamente o que está acontecendo para nós atualmente, fazendo acontecer experiências muitas vezes drásticas. É sempre um período de agitação, descontrole, ação espontânea, enfrentamentos, quebras, rupturas. Tudo isso gera uma ansiedade, uma angústia, uma urgência, uma agressividade na psique. Os assuntos originados na última conjunção passam a ser o foco do momento. Para nós significa os atos revolucionários da década de 60/70.
A seguir passo uma síntese do autor Richard Tarnas em seu livro Cosmos e Psique.

Plutão conj Urano – anos 60
Planetas exteriores em astrologia são planetas relacionados à energias transpessoais, além do domínio do ego pessoal, caracterizam gerações porque ficam muitos anos em um signo. Quando esses planetas se encontram no céu, fazem um alinhamento, as características dos seus princípios se unem, se fundem e se influenciam mutuamente. Nos anos 60 do séc. XX, especificamente entre 60 e 72 ocorreu um alinhamento desses, uma conjunção, entre Plutão e Urano.
Urano-tem a ver com a energia prometeica, emancipador, rebelde, progressista, inovador, incitante, desestabilizador, catalisador de novas idéias, novos começos e mudanças bruscas e inesperadas;
Plutão-associa-se a um princípio dionisíaco, elementar, instintivo, extremo na intensidade, surgindo das profundezas, libidinal e destrutivo, transformador, sempre em evolução, transmite potência através de uma força titânica muito ligada ao coletivo em escala massiva;
A década de 60 do século XX foi uma época extraordinária, intensa, prometeica e germinal. Toda a década parece ter sido animada por um espírito (Zeitgeist) particularmente vivo e persuasivo-algo no ar. Uma força Elemental que destacou-se e instalou-se em nossa memória recente. A conjunção Plu/Ura trouxe fenômenos tais como:
-transformação social e política radical
-uma insurreição destrutiva
-uma potencialização massiva de impulsos revolucionários e rebeldes
-uma intensificação da criatividade artística e intelectual
-um avanço tecnológico de inusitada rapidez
-um incansável espírito de experimentação
-um impulso de inovação
-necessidade de liberdade em muitos campos
-revolta contra a opressão, adesão a filosofias políticas radicais e uma vontade coletiva de dar 
  nascimento a um mundo novo;

Este período onde Urano/Plutão estiveram em conjunção trouxe:
desenvolvimentos científicos notáveis; o pensamento ecológico; época de súbita irrupção e potencialização de contraculturas e culturas juvenis; uma emergência de distritos, comunidades e mundos bohemios e contraculturais historicamente significativos;

O princípio prometeico/urano traz a liberação e o despertar súbito daquilo que toca com conseqüências inesperadas e inovadoras,  perturbadoras e emancipadoras;
O princípio plutônico/dionisíaco atua por compulsão,  potencialização e intensificação daquilo que toca, com conseqüências profundamente transformadoras.

Nesse sentido podemos entender a década de 60/70 com as súbitas e extraordinárias explosões de liberação(urano) do erótico(plutão), a revolução sexual em todas as suas formas, o radical afrouxamento das restrições sexuais nos costumes sociais, a reinvidicação do corpo, a celebração da experiência sensorial, o esforço pessoal pela liberação erótica, o amor livre dos hippies, os incontestáveis festivais dionisíacos de música e dança, a desinibição sexual, a florescente imprensa alternativa, a revolução feminista, a nova disponibilidade de anticonceptivos, o começo da liberação homosexual, a publicação de livros de auto-ajuda.
Nessa mesma época despertou uma ampla atenção às idéias de William Reich, D. H. Lawrence e William Blake. Todo este período esteve marcado também por uma sexualidade explícita no teatro, na literatura, música, dança e cinema  desde 1960 com La Dulce Vita de Fellini à Satiricon (1969). E na música carregada de erotismo e teatralidade dos Rolling Stones, Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Cream, The Who, Led Zeppelin, The Velvet Underground e muitos outros intérpretes e grupos similares.
Recorda-se um espírito de apaixonada energia e um selvagem abandono que dominava a época, a qualidade polimórfica orgástica da década. Todas essas qualidades específicas sugerem com extraordinário vigor a presença de um complexo princípio prometeico/dionisíaco.

Num cero sentido, os anos 60 desencadearam um impulso que catalisou uma imensa rebelião de motivação erótica contra as estruturas repressivas de autoridade estabelecida.

quarta-feira, 5 de junho de 2013



Quando a gente vive um período assim longo de incertezas, inseguranças,
mudanças radicais de visão de mundo, alta velocidade de transformações
estruturais e mentais, ficamos com uma espécie de "labirintite comportamental".
Andamos em círculos quadráticos elípticos, ou seja, sem direção nem sentido definidos.
Bom, e daí? Será que não foi sempre assim mesmo?
Pois é, parece que não. Diz que na época do cartesianismo, das desconexões globais, daquela ciência achatada de lógica e metodologia linear, da conquista 
da natureza,diz que ali tudo tinha uma explicação!
Pasmem, alguém explicava que tinha um certo e um errado! Era um tempo 
de muita segurança, claro, bastava aprender como fazer e pronto, estava 
tudo resolvido. E tudo parecia tão complexo, saber resolver o problema trazia 
a redenção. Tudo tinha começo meio e fim, havia um mundo que funcionava!
E a década de 60 do séc. XX foi o máximo, cientifizamos, ou cientifizemos 
 tudo em técnica.Tudo numa grande esteira de produção, do intelecto à 
cultura num piscar de olhos. Descobrimos os produtos! Ganhamos grana! Abarrotamos os bancos e seguimos navegando.
Mas, daí, em alguma curva começamos a repetir, repetir, repetir, e a ficar 
tudo igual, igual, igual. Demorou, mas chegou um certo desânimo existencial, 
um desencanto, começou a faltar "matéria prima", e tudo ficou cinza, reto 
e previsível. E cá estamos nós hoje perguntando: como se faz agora? 
Pô, muito mais problemas pra resolver!
Mas acabou a paciência, a velocidade de tudo quadriplicou e ja não temos 
nem mais onde gastar o "nosso din din" porque todos os lugares estão 
entupidos de lixo e produtos e nosso dinheirinho não está servindo mais para nada, nem para resolver os problemas. É, acabou-se a mente lógica, stopida, 
fim da linha! Nada mais tem começo meio e fim, nada mais é linear, a natureza foi conquistada e a explicação já não serve nem pra boi dormir!
Tá tudo bem roxo! Realidade virtual meu irmão, virtualidade sem virtuosos, 
ou virtuozzis. A mente está noutra vibração, então vem essa sensação do labirinto. Então,já que entramos no labirinto vamos atras do minotauro e 
nem precisa ir muito longe que ele já se mostra.
Está dentro! Agarrado na velha lógica, na velha forma de pensar os produtos, sim...os produtos. Baita produção de porcaria(s). Para que servem? 
A quem servem? Bom, mas a questão é encarar o minotauro, talvez apareça algum sentido.
Toda abertura facilita a mudança, tudo passa mais fácil quando a porta está aberta. Abrir nesse contexto significa coragem para parar, simplesmente 
parar, como se pudessemos morrer agora,    p  a  r  a  r   .
E podemos! Sair do mecânico, sair da esteira de produção pessoal, significa apenas que aquele produto não será comprado. Que temos escolhas!
Abraços

Edu