JOGO ASTROLOGICO

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Pelotas 2012

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Oficina em Pelotas

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Em Pelotas 2012

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quarta-feira, 20 de maio de 2009

DI ZEN DO


Sim bólico
Dia bólico
Pois é, parar com aquela diabólica sistemática mental de bom/ruim, gosto/não gosto, etc e tal...
Tipo Plutão vai fazer um aspecto de conjunção com minha Lua, isso é bom ou ruim?? Minha mãe vai morrer?? Será que vai acontecer alguma coisa de ruim no meu útero?? Pode ser...pode ser, na real tudo pode ser quando se trata de símbolos, eles não tem limite mesmo, mas....é claro que os símbolos de cada mapa se relacionam com o ser daquele mapa, e cada ser é único e tem história! E a história de cada um vai alimentar seus próprios símbolos, sua mitologia pessoal. Aliás estamos em período de rever essa mitologia pessoal esquecida e trucidada por anos de mecanicismo.
Ler um mapa é muito mais do que traduzir símbolos ou interpretar uma história de vida. É associar um indivíduo a um espaço/tempo definidos, é criar uma relação entre um ser específico e a vastidão coletiva e universal na qual ele se insere, sua casa, sua rua, sua cidade, seu país e o universo todo (macro). Sim, os mesmos símbolos estão em todos os mapas, mas a sua leitura será diferente, suas conexões são outras.
Tudo é simbólico! Podemos querer simplificar as coisas dizendo que pão é pão e queijo é queijo, que tudo é o que é, que nada simboliza nada, que as ações que fazemos e as palavra que proferimos são o que são.
Ok, talvez sejam isso mesmo e no final das contas nos demos conta disso, mas há um trabalho para se chegar aí nesse ponto mais zen! E o trabalho só acontece quando entramos no nosso universo mítico, quando encontramos os nossos mitos. É nesse momento que embarcamos na caravela dos símbolos, iniciamos aí um diálogo com o inconsciente, com o oculto e então começamos a ver! E o que vemos é muito mais do que a realidade do pão e queijo, o que vemos são os ingredientes do pão e do queijo, do que são feitos, do que é feita a realidade que projetamos lá fora. O que vemos lá fora nos outros, no mundo, são aspectos do universo pelo qual a caravela viaja.
Sim, é preciso "ser" em primeiro lugar, como na Casa 1 de nosso mapa, mas para isso é necessário contatar com o que não se é, dar adeus ao que precisa ir, honrar o que já se foi. Aí está todo o trabalho a ser realizado, toda a energia a ser empreendida, passar pela estrada como um indivíduo.
Um dos pontos do trabalho é o contato com a tristeza não triste, uma tristeza recheada de compaixão, que eleva a alma e o espírito, que retira o vazio e enche de sentido a estrada. Essa tristeza tem a ver com o verdadeiro sentido da Amizade, nos dá a noção exata da impotência em relação ao outro, de como não podemos arrumar a vida do nosso Amigo, porque ficamos tristes por perceber a tristeza dele e é isso que nos conecta, que nos faz ser iguais num certo sentido. Assim nos entendemos e compreendemos e essa compreensão nos dá sentido, não há algo para arrumar, tudo está ali do jeito que é. Mas é preciso conectar e então o pão volta a ser pão e o queijo volta a ser queijo!
Abraço
Du. K

4 comentários:

Anônimo disse...

Oi Du e Carol!Deixo um bjo aqui com mto carinho e saudades! tb quero agradecer por ter a oportunidade de ler o blog de vcs e compartilhar td isso! E mto legal poder sentir mais proximo!Espero que estejam bem!
Um bjo grande e carinhoso a todos ai
Marilia Peixoto

ESTUDOS E PRÁTICAS DE ASTROLOGIA E PSICOLOGIA - Porto Alegre - RS - Brasil disse...

Ai colega... que lindo, simples e profundo. Obrigada, mais uma vez, pela tua capacidade de estabelecer esse contato e de nos guiar com tua caravela Aqua-ariana! Vambooora! beijão da Carolina

Alejandro Christian Luna disse...

Oi Eduardo,
bonito teu postagem, lembrava-me de aquela coisa etimológica das palavras simbolon (tirar junto ou algo assim) e diabolon (dividir o que ficaba unido). E sorte con Plutão! Abraço!

Amanda Martins disse...

Du!

Que maravilha! Sinto-me alimentada neste instante.